Conto Erótico - A Fantástica Fábrica de Vibradores. Imagem feita por I.A. de um estranho homem sorridente vestindo terno e cartola em frente a uma fábrica.

Conto Erótico - A Fantástica Fábrica de Vibradores

Tava rolando uma promoção e cinco sortudos que encontrassem um bilhete dourado dentro de um vibro seriam convidados a conhecer A Fantástica Fábrica de Vibradores do Billy Bonka. Eu que tenho azar no jogo, azar no amor e sorte no azar não tava nem imaginando que pudesse ter tal sorte, mas resolvi comprar meu primeiro vibrador, mesmo assim. Ele era lindinho, macio, funcionava a pilha e entregava orgasmos deliciosos. Viajei legal usando ele com um lub babadeiro que já fazia a skincare do priquito, gozei gostosinho, só depois fui ler as instruções de uso e surpresa! Eu ganhei um cupom dourado! Uhuuuul! Maravilha.

Na data combinada, eu apareci na porta da Fábrica e lá estavam os outros quatro sortudos. Billy Bonka apareceu, eu nunca tinha visto ele, mas era um gato. Um sorriso enorme como se tivesse com a vida ganha e pensando bem, ele estava mesmo né?

Começamos o passeio e logo na primeira sala pela qual passamos fomos surpreendidos pela mais inacreditável coleção de vibros que eu jamais pensei ver: tinha de todos os tipos, formatos, cores e tamanhos.

— Ainnnn que tudo! Olha só esse plug anal que delícia! Já quero sentir no meu cuzinho! — Guto falou e Billy respondeu:

— Não seja guloso! Estamos apenas começando nosso rolê!

Continuamos andando com Billy explicando o processo de criação e pesquisa quando eu percebi que Guto não estava acompanhando a gente.

— Cadê o Guto? — perguntei olhando para os lados e Billy deu um tapa na própria testa, apontando para trás.

— Lá! — olhamos e vimos Guto de quatro com o plug anal dentro dele e um outro na boca. — Eu disse que era só o começo, agora ele não vai poder acompanhar o restante do passeio. Mas não se preocupem, o ballet-bullet cuidará disso.

Ficamos olhando encantados um corpo de bailarinos entrarem performando “ Me machuca e me bota Os bailarinos rebolavam a raba e eu fiquei hipnotizada. Eles levantaram Guto, segurando pelos braços e pernas e tal qual uma diva pop carregada pelos fãs ele saiu de cena gemendo “ownnnn, ahhhhh… vou gozar… vou gozar…”

— Agora só restam quatro de vocês, mas enfim, vamos continuar. E aqui, são os vibradores que ainda estão sendo testados. O ballet-bullet não apenas canta e dança, como também tem o prazer de testar os produtos, mas aquele ali, nenhum quis testar. Ahhhhh — suspirou Billy se lamentando e apontando o que parecia ser um sugador numa ponta e um vibrador na outra.

— Eu posso testar. — Violeta falou pegando o objeto diferente nas mãos e olhando com curiosidade.

— Acho melhor não, não sabemos como um corpo reagiria a tanto prazer. Pode ser arriscado. — Billy disse chacoalhando a cabeça.

Violeta levantou seu vestido e colocou o sugador no grelo, gemendo e enfiando a outra ponta no prikito. Ela começou a gemer loucamente, se contorcendo como se estivesse levando um choque, o que, de fato, parecia estar acontecendo.

— Ahhhhhh ahhhhhh AHHHHHHHHH! — Violeta gemeu, rebolando e fechando os olhos. Seu rosto ficando vermelho, cada vez mais vermelho até o corpo todo ficar lilás, como lavanda.

— Mas o que aconteceu com ela? — Perguntei espantada.

Billy deu de ombros, desinteressado enquanto o ballet-bullet fazia nova aparição e nova performance, aparentemente era uma coisa normal na fantástica fábrica de vibradores. E com uma Violeta ficando cada vez mais violeta, praticamente em convulsão de tanto gozar, saíram com ela nos braços.

— A última pessoa que testou ficou rosa choque. Lilás é uma cor mais bonita, você não acha, Charlote? — Billy perguntou para mim.

-Prefiro manter minha pele da cor original, se for possível. — respondi achando engraçado como as pessoas se sentiam à vontade para mexer em coisas que não tinham sido oferecidas a elas.

A próxima sala estava completamente lotada de vibradores exatamente iguais. Eram dildos longos e macios, de um material gostoso ao toque.

— São tantos! Posso ficar com um? — Maruska perguntou, mas Billy disse que não. — Mas por que não? Você tem muitos deles e são todos iguais.

— Sim, mas eles serão postos à venda, então será o momento de você ter um. — Ele disse a Maruska.

— Mas eu quero agora. — Ela discorda, pegando o vibro e colocando na bolsa.

— Você não deveria ter feito isso. — Billy disse no momento em que luzes começavam piscar e uma sirene alta se fazia ouvir. — “assalto! roubo! crime!” — Uma voz robótica falava e eu não sabia de onde vinha, mas todos ouviam.

— O quê? Não, foi um mal entendido. Não é um assalto! — Maruska argumentou enquanto o ballet-bullet entrava usando uniforme policial para retirá-la.

— E agora somos só três. — Billy disse e nos mostrou outra sala. — Vamos ver qual dos dois irá cometer a próxima gafe que os impedirá de chegar ao fim do passeio.

— E o que a gente ganha no fim do passeio? — Michel perguntou atento. — Espero que seja a chance de entrar pro ballet-bullet. Eu amei os divos. — ele disse.

— Ah é algo muito mais interessante do que isso. E, aliás, estamos chegando lá. — Billy disse abrindo uma porta e por um momento eu não enxerguei absolutamente nada.

Mas meus olhos se acostumaram e eu pude notar silhuetas. Era um quarto com muita gente se pegando. Eu olhei pro Michel e pro Billy. Notei o volume deles, o pau ficando duro e confesso que também estava excitada.

Ouvia os gemidos das pessoas, ouvia o som de corpos se batendo durante a transa e me peguei salivando, querendo participar da brincadeira. Peguei no pau dos dois, alisando e eles colocaram pra fora sem demora. Me ajoelhei e comecei chupar, sentindo o gosto deles, sentindo eles duros e pulsando na minha boca.

Tirei minha roupa, Billy e Michel chuparam meus peitos enquanto eu olhava duas mulheres numa tesourinha turbinada por um bullet de encaixe bafônico. Senti que eles desciam pelo meu corpo, chegando até minha xota e chupando juntos, as duas línguas se tocando na minha carne.

— Annnnn — gemi sentindo eles lamberem e chuparem minha buceta, enfiando os dedos dentro de mim e me massageando, me deixando com mais e mais tesão.

Fiquei de quatro e senti Michel me penetrando enquanto Billy colocava o pau na minha boca e eu o chupava com vontade.

Era um dark room delicioso e de repente tinha uma mulher ao meu lado, dividindo o pau do Billy comigo e me beijando. Eu sentia Michel dentro de mim, macetando gostoso e a vontade de gozar era maior que tudo.

— Annnn que delícia. — eu disse soltando por um momento do pau do Billy. A mulher entrou embaixo de mim e começou mamar meu grelo. Senti o orgasmo se aproximando e me deixei levar, gozando gostoso e rebolando no pau do Michel, que gozou dentro de mim, segurando meu quadril com força e jorrando com vontade. Billy trocou de lugar com Michel e agora socava em mim deliciosamente. — Nossaaaaa… que delicia. — gemi sentindo ele me estocar com maestria, manejando a espada tão bem que fazia inveja aos Três Mosqueteiros.

— Abre a boca, cadelinha. — Eu abri e ele veio para minha frente, gozando no meu rosto, escorrendo pela minha língua. Eu me deliciava com o sabor dele, doce como o mais puro dos chocolates e tendo os três gozado, vestimos novamente nossas roupas e continuamos nosso caminho, passando pelas pessoas.

Chegamos ao fim do passeio e ganhei uma cesta cheia de vibradores. Billy beijou eu e Michel na boca e nos dispensou. Meio que eu não entendi nada, sabe? e disse isso ao Billy.

— Você não esperava que eu te desse a minha fábrica de presente, né? — Ele disse rindo e entrando de volta pelo portão. Michel e eu ficamos nos olhando e ele me disse:

— Algo do tipo. — e eu concordei.

— Era exatamente o que eu estava esperando. Esperava uma fábrica e ganhei orgasmos.

— O que não foi de todo ruim, vai. — Michel me provocou enquanto decidimos por chamar um uber.

— É. Não foi de todo ruim mesmo.

Texto por: Madame Te

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"ORGASMOS INFINITOS"

"Descobri novas zonas de prazer! Eu pensei que eu não fosse parar nunca de gozar." - Raquel L.

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