Conto Erótico Sexo a Três com o Ex. Ilustração de três pessoas prestes a se beijar, um homem ao meio e duas mulheres ao lado.
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Conto Erótico - Sexo a Três com o Ex

Fui passar as festas na casa da minha família, e claro, aproveitei para estender a estadia e curtir um pouquinho os amigos. Revi muita gente que não via há anos e encontrei uma colega que aproveitou para me chamar para curtir uma piscina na casa dela no fim de semana:

— Você vai adorar, Duda! Vai estar todo mundo lá. — ela me disse.

E realmente, a tarde estava divertidíssima e estava curtindo um sol, de olhos fechados, quando ouvi uma voz do passado me dizer:

— Mas vejam só se não é a Doutora Maria Eduarda!

Abri os olhos e dei um sorriso do tamanho de uma semana, me levantando para cumprimentar o Júnior: meu namoradinho de tempos de colégio!

— Júnior! Não acredito! — Disse abraçando ele que apontou para uma mulher deslumbrante ao lado dele e nos apresentou:

— Duda, essa é a Helena, minha noiva.

— Muito prazer. — Helena disse estendendo a mão e eu meio que fiquei sem palavras. O Júnior tinha ficado gato? Tinha. Tava mais gostoso do que eu me lembrava, mas a noiva dele… Que mulher. O sorriso, o corpão, aqueles cabelos divinos. Pegaria fácil.

— O prazer é meu. — respondi sorrindo e sentindo ela segurar minha mão um instante a mais do que o necessário.

— E aí Duda, fala da tua vida. Tú não tem rede social não? Procurei você tantas vezes. — Ele perguntou se sentando na cadeira ao lado.

— Tenho nada, detesto. — respondi e engrenamos falar da vida e dos conhecidos.

Helena acompanhava a conversa em relativo silêncio, preenchendo as falas de Júnior com fatos que ele não acrescentava nas histórias. Eles ficavam lindos juntos e pareciam se dar bem pra caramba.

Eu via Helena passar as mãos pelas coxas do Júnior enquanto falava e observava o movimento, encarando os dedos dela e pensando em como seria tocar a pele macia do Júnior e em como seria ser tocada pelos dedos ágeis de Helena.

Percebi que Helena me encarava, certamente percebendo que EU encarava ela. Desviei o olhar educadamente e quase fiquei com vergonha. Quase.

— Acho que vou pegar uma bebida. — Anunciei para dar um tempinho da troca de encaradas.

— Vou com você. — Helena falou e se virou para dar um beijinho no Júnior.

A deusa é testemunha que eu tentei não olhar para aquele rabo, mas falhei miseravelmente. Caminhamos lado a lado, as pessoas cumprimentavam nós duas.

— Bora no banheiro antes de pegar nossas bebidas? — Ela convidou.

— Bora. — topei mesmo sem muita vontade de ir.

Ela me disse que o Júnior já tinha falado de mim e contado que foi a nossa primeira vez e que ele achava que tinha sido péssimo.

— Acho que ele esperava que tivesse sido melhor para você. — ela explicou.

— Mas foi bom. — Defendi a lembrança carinhosa do ex e vi ela olhar para mim com cara sapeca.

— Se aquela vez foi boa, imagina agora que ele realmente sabe o que tá fazendo… — disse misteriosa e eu fiquei pensando em como seria os dois trepando.

Júnior sempre foi safado e Helena parecia um furacão. Pensar nos dois juntos fez meu grelo dar sinal de vida de um jeito delicioso.

Entramos juntas no banheiro e Helena baixou a calcinha sentando no vaso. Ela falava comigo e eu dei meu melhor para não espiar a xota dela, mas isso se tornou impossível quando ela abriu as pernas e usou o chuveirinho para se lavar.

— Tenho a impressão de ter visto algumas vezes você olhar para mim de um jeito… intenso. Me enganei, Duda? — ela perguntou se aproximando de mim, já de pé ao meu lado. — Júnior e eu observamos esse detalhe e a gente adorou.

— Não tem engano nenhum. — Respondi beijando aquela boca gostosa e sentindo ela rebolar ao encontro do meu corpo de uma maneira ousada.

— Delícia… — Ela falou apertando minha bunda e puxando o sutiã do meu biquíni, sugando meus seios e me fazendo gemer. — Falei pro Júnior que seria eu a primeira a te beijar hoje!

— Hannnnnn aahhhhhhhhhh — disse suspirando, sentindo a respiração ofegante. — Dois safados..

— Três… Vamos chamar ele pro quarto, ninguém vai ver. — ela respondeu voltando a me beijar.

— Sério? — falei sem acreditar na minha sorte, obrigada por estar atenta, safada madrinha. Helena fez que sim com a cabeça, levantando as sobrancelhas e esperando minha resposta. — Então vamos lá.

Ela pegou o celular e começou trocar algumas mensagens e ao invés de voltarmos para onde estávamos, entramos na casa da nossa amiga e subimos para o que parecia ser uma biblioteca. De maneira ousada, Helena não trancou a porta e se sentou numa poltrona, tirando o biquini e colocando as pernas nos braços da poltrona e me chamando com o dedo.

— Vem.

— A porta… — falei salivando.

— Ele tranca depois de entrar.

Não pensei em mais nada, me ajoelhei e caí de boca naquela xota melada, eu estava de quatro pra ela e Helena segurava minha cabeça e rebolava, gemendo gostoso e me chamando de safada.

Senti meu biquini ser puxado e virei de costas, Júnior estava atrás de mim, o volume nítido no shorts enquanto me deixava nua. Helena fez um gesto e ele se aproximou dela, beijando ela nos lábios e vindo para o meu lado me beijou também, chupando minha língua e sentindo o gosto da xota melada da noiva dele.

Júnior tirou meu sutiã e me fez ficar de pé, ele e Helena me chupavam, um na xota e outro no cuzinho e eu rebolava entre os dois sentindo as línguas deles se tocarem na minha pele. Júnior botou o pau pra fora e eu peguei, punhetando e me abaixando para mamar, Helena fez o mesmo e dividimos o pau no noivo dela, do meu primeiro homem e a sensação me enchia de tesão. Ela lambia a cabeça da pica dele enquanto eu chupava as bolas e eu lambi todo o comprimento, tocando os lábios dela com a língua, que ela chupou junto com o pau.

— Caralho que delícia. — Júnior falou segurando nossas cabeças, com suavidade.

Helena voltou a se sentar e me chamou novamente, eu fiquei de quatro e mamei o grelo dela, sugando, enfiando meus dedos dentro dela e senti Júnior meter em mim, forte, fundo. Colocando tudo e rebolando. Meu corpo recebia o corpo dele com facilidade, as bolas dele batendo na minha bunda e eu curtia ouvindo os noivos gemerem.

— Isso, Duda… Assim, não para vai. — Helena dizia com a voz rouca, cheia de tesão.

Senti Júnior segurar meu quadril e bombar mais forte, eu chupava Helena e siriricava nós duas, caralho, como era bom, que foda deliciosa. Helena empurrou meu rosto com delicadeza e vi ela expelir um jato de um líquido transparente pela xota, a gostosa teve um squirt.

— Ãããããã… ãããã… ããããã… — Ela gemia e eu mais rápida que um funcionário abrindo uma planilha de excel aleatória quando o chefe entra na sala, botei minha cara ali para lamber aquela gata, engolindo cada gota da pele dela e depois chupando meus dedos.

— Porra… — Júnior falou metendo mais rápido e Helena se posicionou embaixo de mim, chupando meu grelo enquanto ele fodia minha xota.

Eu estava de quatro e quase gozando, Helena puxava a pica de Júnior, chupando e devolvendo na minha buceta e quando ela sugou meu grelo enfiando o dedo no meu cuzinho, gozei gostoso, gemendo.

— Assim caralho, assim… Porra! Tô gozando. — disse rebolando, me sentindo ir ao céu e voltar, e ouvi Júnior dizer:

— Rebola mais, não para, vou gozar! — ele anunciou gozando dentro de mim, se demorando um momento para depois tirar a pica. A porra dele escorrendo e Helena lambeu cada gota da minha xota, a língua de gata dela tomando todo o leitinho do noivo.

Eu deitei no chão e vi eles se beijarem, ele apertava a bunda dela e ela sorria safada.

— Acho que morri. — Falei olhando para eles.

—Você me parece bem viva. — Júnior disse abraçando a noiva e eu me levantei, vestindo minha roupa e vendo eles fazerem o mesmo.

Fomos para a porta, agora meio em silêncio, passado o tesão do momento.

— Foi um prazer te conhecer. — Disse a Helena já do lado de fora da biblioteca. — E foi um prazer rever você, Júnior.

— O prazer foi nosso. — Ele respondeu e saímos pelos corredores, voltando para o ambiente da piscina. — Você fica na cidade até quando?

— Mais uns dias ainda.

— Então vamos sair para comer alguma coisa juntos? — Ele perguntou.

— Isso, a gente adora comer sanduíche. — Helena completou ajeitando o cabelo e eu sorri.

-Claro! Vamos marcar, sanduíche é bom demais. Eu a-do-ro um sanduíche bem recheado.

— E que recheio! — Júnior falou ao lado de Helena e eu dei adeusinho para eles, já pensando na próxima vez que iriamos nos divertir juntos.

Texto por: Madame Te

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