CONTO ERÓTICO BDSM 69
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Conto Erótico - BDSM - 69

Sempre tive curiosidade com a vibe BDSM, aqueles chicotes, os tapas, a submissão... hum... sempre achei que me serviria perfeitamente. Principalmente a coleira e a guia. Sou muito cadelinha do meu bofe e só de pensar nele me colocando uma coleira e comendo meu cuzinho eu já ficava duro.

Queria ele batendo na minha bunda enquanto me enrabava bem gostoso, mas não adianta querer pica e não saber pedir. Então, aproveitando uma promoção do dia do sexo numa loja de bem estar sexual comprei uma coleira, uma guia e um plug.

Muito que bem... Perto do horário em que Marcelo iria chegar eu preparei o cenário que eu queria: a coleira no pescoço e mais nada. Me sentei numa poltrona tomando um vinho e ouvindo um conto erótico e fiquei esperando ali, tocando uma punheta de leve. Na mesinha de centro estavam meu plug e a guia. Só faltava mesmo o Marcelo.

E como ele não era de se atrasar, logo depois das seis eu ouvi ele abrir a porta. Ele me olhou num primeiro momento e não disse nada, colocando a pasta no lugar de sempre, hmm e o fato dele estar usando terno e gravata servia perfeitamente a minha fantasia de submissão.

Marcelo olhou para mim, para os acessórios na mesinha, para meu pau e sorriu . Ele afrouxou a gravata, tirou o paletó e subiu a manga da camisa um pouco.

– Veja só... Meu amor fez compras hoje?  - Ele se sentou e deu uns tapinhas na coxa dele, me chamando. – Vem aqui, Cláudio. Me mostra o que você comprou.

Peguei as coisas na mesinha e fui até a frente dele, me ajoelhei colocando o rosto no colo dele e falei:

– Uma coleira para gente brincar.

Marcelo pegou a guia e estendeu para mim, me mostrando.

– E o que é isso aqui?

– Uma guia para você levar sua cadelinha para passear.

– Então vem aqui, vamos providenciar o passeio que você quer.  – Marcelo falou colocando a guia na coleira. Ele entendeu rápido o espírito da coisa.

Peguei o plug e chupei, lambendo, passando a língua e deixando bem babado. Eu via o pau dele ficando duro na calça social e já queria agarrar, mostrar que a cadelinha safada estava com fome de linguiça. Dei o plug na mão de Marcelo e ficando de quatro, virei a bunda para ele.  Marcelo ainda estava sentado, se inclinou para mim e lambeu minha bunda, enfiando a língua no meu cuzinho que já piscava de vontade e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, senti o plug substituindo a língua dele no meu cu.

Balancei minha bunda, como a cadelinha que eu me sentia naquele momento. Marcelo pegou a guia e segurou, ficando de pé. Ele não se mexia, mas eu queria brincar, então comecei a dar uma volta de quatro pelo tapete da sala e ele me acompanhou, segurando minha guia e realizando minha fantasia de ser a cadelinha dele.

Ele parou, mas não soltou a guia, puxando de leve para perto dele. Eu beijei o pau dele por cima do tecido enquanto alisava o meu que estava duro para caralho. Marcelo pôs o pau pra fora e antes de mamar eu lambi como uma cachorrinha quando vê o dono. Lambi o saco dele e abocanhei aquela delicia de rola com vontade, mamando gostoso.

– Safado... – Marcelo segurava minha cabeça com uma mão e a guia com a outra, mas não puxava, deixando meus movimentos livres. Eu chupava aquela rola com tanta vontade, sugando cada gota que pingava daquela cabeça macia, que não sei como não desidratei meu boy.  – Porra...  – Ele falou soltando minha cabeça e eu vi ele desabotoar a camisa e tirar a gravata, com uma mão só, sem soltar minha guia. Puxei a calça dele para baixo e ele foi indo em direção ao sofá sem que eu parasse de mamar. Ele se sentou, tirou os sapatos, as meias e eu puxei o que faltava das calças deixando ele pelado na minha frente.

– Vem aqui, quero te chupar também. – Ele falou se deitando e eu mais do que depressa me posicionei na frente dele para um 69.

Marcelo começou chupar meu pau enquanto brincava com meu cuzinho. A gente se chupava gostoso e com ele mexendo daquele jeito eu me sentia a própria dama dividindo o espaguete com o vagabundo. E que espaguete gostoso... E ficaria ainda melhor quando ele servisse o molho branco. Adoro um molho gozé.

A gente se encaixava tão bem e ele me chupava tão gostoso que eu sentia meu corpo formigar de tanto tesão, as coxas queimando e o pau pulsando dentro da boca dele.  Senti meu corpo vibrar e ficar tenso, tirei o pau do Marcelo da minha boca para, desnecessariamente, dizer em alto e bom som:

– Gozei, porra.

Pensei que fosse voltar a chupar Marcelo, mas ouvi ele dizer:

– Fica de quatro, quero seu rabo.

E eu, uma cadelinha obediente. Obedeci, é claro.  Ele tirou meu plug e eu senti ele em mim. Tão gostoso... Ele segurava minha guia e dava puxões leves, fazendo o material macio da coleira se esfregar no meu pescoço. Isso estava bom demais... E quando eu achei que fosse impossível melhorar, ouvi, mais do que senti, um tapa estalar na minha coxa. Fiz a única coisa possível nessa situação: gemi gostoso hihihi.

– Gosta? É assim que você quer ... sua poc safada?

– Sim... AU AU AUUUUUUU, me xinga ! – falei cada vez mais alto, curtindo que ele tivesse entrado na minha fantasia.

– Cadelinha safada. Sua Pincher Pulguenta Desconjuntada, Toma esse ossão!!

Marcelo ainda me deu uns três tapas , alternando as pernas que batia, segurando minha guia com firmeza. Eu achei que fosse explodir de tanto tesão. Caralho. CA-RA-LHO!

– Isso... mexe a bunda... rebola... vai... Vou gozar! Vem cá! Vem cá!

Ele me soltou e eu fiquei de joelhos com a língua para fora esperando meu leitinho.  Marcelo gozou na minha cara, passei a língua pelos lábios e por onde consegui alcançar do meu rosto, matando minha sede daquele iogurte desnatado.

– Caralho. Que trepada.  - Marcelo falou sentando no sofá fechando os olhos.

– Amor... – falei manhoso – Eu só gozei uma vez.  - Vi ele sorrir e abrir os olhos, me encarando.

– Uma vez é pouco para nós, não é meu amor?

– É sim, principalmente hoje.

– Por que “principalmente hoje”?

– Porque hoje é 6/9.

– Hummmmm 69... Entendi a referência.

– Hoje é dia do sexo, temos que celebrar. – Falei balançando a bunda para ele.

– Mas essa cadelinha é gulosa... .merece um biscoito por bom comportamento.

Comecei a lamber a cara do boy, e essa noite, eu fui uma cadelinha muito feliz.

Texto por: Madame Tê

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