Conto Erótico A Parcela Entrou

Conto Erótico - A Parcela Entrou

Poucas coisas me dão mais prazer do que quando vejo entrando... aquela ansiedade gostosa... aquele momento de alegria pura e simples em que você se sente capaz de tudo... Ah... Parcela do décimo na conta é a alegria do proletariado. Ué? Achou que eu tava falando do que? Safadinhe...

Mas já que você tocou no assunto, vou te dizer quais são meus planos para esse dinheirinho extra: investir no meu bem estar sexual. Meu e do meu boy, já que o que eu comprei é para usarmos juntos.  Um strapless.

A gente começou esse lance meio na brincadeira, mas não é que o babado é forte? Língua e dedo já não estava mais dando conta da deliciosa tarefa de comer o cuzinho do meu namorado e depois de plugs e dildos, decidimos experimentar o strapless, essa vibe dos dois estarem conectados ao mesmo vibro... A intensidade dessa conexão... Ah... só de pensar eu sentia meu corpo vibrar.

E falando em vibro, o meu, recém adquirido, estava prontinho para o nosso uso and satisfação. Me sentei no sofá e estava tomando meu vinho. Era quase hora do Reginaldo voltar da faculdade e pra entrar no clima aproveitei ouvir um conto erótico.

Bom demais...  e essa sensação de formigamento nas pernas... delícia. E se eu ficasse pronta, literalmente pronta? Era isso que eu ia fazer. Tirei minha roupa, aproveitando para me tocar nos seios... na barriga... na xota... Assim... Já meladinha. Gostoso...

Sentei na poltrona e abri as pernas, liguei o vibro e comecei me tocar. Coloquei ele no grelo, testando a intensidade na minha pele e... hum... bom demais. Abri as pernas e comecei me masturbar, a concentração dividida entre o que meu corpo estava sentindo e a ansiedade de esperar meu amor chegar. Mas antes mesmo que eu gozasse pude ouvir ele abrir a porta e entrar.

Reginaldo olhou para mim nua a sua frente, se demorando nas minhas mãos e no vibro que estava ali. Eu gemi e ele sorriu:

– Fazendo show beneficente agora? – ele perguntou.

– Show beneficente?

– Sim, porque eu não me lembro de ter comprado ingresso para ver esse espetáculo.

Ele falou já tirando a camiseta e desabotoando a calça, se ajoelhou entre minhas pernas, me abraçou e me beijou. Ele tinha gosto de bala e minha língua brincava com a dele enquanto ele me puxava, já tomando o vibro da minha mão e caindo de boca na minha bucetinha.

– Ahhhh Regi... Isso amor, assim mesmo. – Ele chupava do jeito que sabia que eu gostava... sem pressa, bem molhado, pressionando na medida certa e com os dedos dentro de mim. – Isso gato, aí! Aí não para... bem aí.... assim...

Eu estava perto do gozo e quando ele me penetrou com o vibro e aumentou a intensidade, senti aquela pressão deliciosa no ventre, as coxas queimando... meu corpo todo convergir para dentro de mim e explodir num gozo delicioso.

– Ãããããnnnnn Gozei porra... Gozei.

Regi mantinha a cabeça entre minhas pernas, diminuindo a força da chupada até parar totalmente. Beijando meu grelo e se posicionando sobre mim, me beijando e o pau já tentando entrar em mim.

– Calma aí garanhão... Devagar. Hoje eu vou comer você.

– Mas do nada? Cadê a magia? Tá achando que é assim? – Ele perguntou brincalhão enquanto beijava minha boca e eu mordia os lábios dele. Peguei o strapless das mãos dele e sacudi como uma varinha mágica:

– Magia? Ok... Sim sim salabim... dá o seu cuzinho pra mim?

Regi riu e chupou meu peito, mordiscando... passando a língua no bico... eu ainda sentia os espasmos do orgasmo em meu corpo.. eu ainda me sentia vibrar de desejo. Eu o queria.

– Vem Regi... vem pra mim... – Pedi manhosa, saindo da poltrona em que estava deitada e indo para o sofá.

Ele se deitou e eu deitei sobre ele, beijando aquela boca gostosa, descendo pelo corpo dele, beijando a barriga e as coxas. Adorava as coxas dele... Tão gostoso. Eu chupei o pau dele, passando a mão pelo saco, tocando a parte do períneo... lambendo, massageando devagar com a ponta  dos dedos.

– Caralho... delicia gata, chupa mais. Safada. – Levantei o saco dele chupando e lambendo toda aquela área, sentindo ele cada vez mais duro na minha mão.

Peguei nosso strapless e o lubrificante que estava ao alcance da minha mão, passei o lub nos meus dedos e comecei lamber o cuzinho dele, enquanto o massageava. Regi gemia, as pernas abertas e os olhos fechados, segurando minha cabeça e acariciando meus cabelos. Eu o tocava com minha língua e meu dedo ao mesmo tempo, e quando enfiava a língua naquele cuzinho gostoso, pressionava também o dedo.

– Não para Ju, não para nunca... – Eu liguei o vibro e tocava a parte interna das coxas dele enquanto o chupava.  Regi batia punheta e eu me concentrava em fazer ele relaxar e ficar pronto para mim. O cuzinho dele estava piscando como luzes de natal em meus dedos e na minha língua e mais uma vez eu levantei o saco dele, agora passando o vibro embaixo do pau. Senti as coxas dele ficarem tensas na hora, senti ele segurar meu corpo com mais força...

Ele rebolava esfregando o corpo no vibro, curtindo a sensação. Eu me afastei um pouco dele e coloquei a parte menor do strapless em mim e me posicionei na frente do meu boy que estava com as pernas abertas, pronto para mim. Me sentei e chamei ele com o dedo:

– Vem aqui, vem... Não era magia que você queria? Abracadabra... vira de costas e vem de raba... – Regi não falou nada, passou bastante lub na parte do strapless que era maior e se virou de costas para mim. Ele foi sentando devagar, no ritmo que ele queria. Eu tentava controlar a ansiedade, mas tava doida pra meter a velocidade cinco e... créu.

Meu corpo formigava com a vibração do nosso toy. Fechei os olhos e tentei pensar em gatinhos para retardar o gozo, mas o único gatinho que me vinha a mente era o meu com o rabo levantado e rebolando gostoso... Caralho... Que macho gostoso.

Regi já estava totalmente sentado em mim, eu tocava as costas dele com minhas mãos, me inclinando e o beijando, mordendo a nuca dele, arranhando as coxas.

Ele rebolava e batia punheta, gemendo gostoso e me deixando louca.  Puxei ele mais para mim e ele encostou as costas no meu peito, eu punhetava o pau dele e ele rebolava em mim. Senti o gozo se aproximando mais uma vez e senti ele tenso e suado nos meus braços.

– Vou gozar Regi... ãããñnnn porrrra... vou gozar...

– Caralho... quase Ju, quase... – Minha mão batia uma punheta muito rápida pra ele, e vi ele jorrar, como se eu tivesse estourado uma garrafa de champanhe.

 Regi virou o rosto para o meu lado e eu o beijei. Gozamos nos beijando, os gemidos morrendo na boca um do outro, os gemidos se perdendo na nossa pele úmida. Ficamos imóveis por um momento e eu desliguei o vibro e notei minhas mãos sujas com o gozo dele. Ele percebeu que eu olhava e sorriu, dizendo:

– Eu deveria ter bebido você. Estourou como champanhe, um frisante gozé...

– Frisante gozé? A ideia me agrada. Mas primeiro um banho, me acompanha?

– No banho... no champanhe... em qualquer coisa que você desejar.

– Você, Ju. Eu desejo você.

Regi me beijou e me pegou no colo, me levando para o banheiro, fechei os olhos e sorri, feliz em proporcionar ao meu boy tanto prazer quanto ele me fazia sentir.

Texto por: Madame Tê

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