Conto Erótico - Ciúmes de Vibrador. Um casal na cama, a mulher segura um vibrador com as mãos.
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Conto Erótico - Ciúmes de Vibrador

Eu tinha ganho numa promoção de Dia dos Namorados um sugador clitoriano fofíssimo. E o que meu bichinho tinha de fofura, tinha de gostosura. Prometia orgasmos fortes e rápidos, mas tal qual um São Tomé moderno, eu precisei ver para crer.

Tomei meu banho e deitei gostosa e peladona na nossa cama. Liguei meu neném na primeira velocidade e hum… gostosinho. A boquinha encaixava direitinho no grelo e mistura de sucção e pressão estava deliciosa. Pensei no Rui e já senti aquela velha vontade de gozar. Mas entre eu pensar e aumentar a velocidade do vibro, simplesmente eu gozei. Três minutinhos ali e eu já tava toda me tremendo igual a um pinscher e digo mais: pronta pra outra.

Fechei os olhos e mandei ver. Brincando com as velocidades, usando meu lub preferido e sentindo outro gozo se aproximar como um terremoto, pronto para abalar as placas bucetônicas e…

— Ãããñnnn… Meu deus. Não pode ser… De novo… Que delícia, caralho… — Eu falava sozinha no quarto sentindo as coxas tremerem, sentindo o coração disparado. Orgasmos múltiplos pronta entrega direto daquela boquinha preciosa… Bom pra caralho. Tirei o vibro do meio das pernas, levando a boca para lamber e botar de volta´(ãnãnãn) e foi bem aí que eu vi o Rui parado na porta olhando para mim em silêncio.

— Oi amor. — Falei desligando o mimo e colocando de lado.

— Oi! Mas, não pare. Não quero interromper. Você parecia tão… animada. - Rui falou sério, passando rumo ao banheiro. Ué? Será que ele não gostou de me ver usando o vibro. Fui atrás dele para a gente conversar e resolver. Eu queria gozo e não torta de climão.

Ele falou que tinha impressão de que eu estava me divertindo mais com o vibro do que com ele. Veja se tem cabimento? Eu expliquei para ele que essa impressão era falsa e que ele só achou isso porque estava de espectador da cena e que quando estivesse participando ativamente ele iria entender como o vibro iria divertir nós dois.

— Uhum, se você diz amor. — Ele respondeu todo condescendente, mas isso não ia ficar asim não….

E por isso hoje, para o nosso Dia dos Namorados, eu tinha de presente para ele um ovo masturbador. Ele iria entender na prática que um vibro não substitui o mozão, pelo contrário, complementa de uma maneira caliente e fora da rotina.

Preparei minha ceninha para esperar ele chegar: coloquei um salto divino, meu perfume preferido e mais nada. Sentei numa poltrona de frente para porta e esperei ele chegar.

Quando o ouvi entrar, já senti meu coração disparar de ansiedade e quando ele me olhou, fechando a porta e sorrindo para mim, dei aquela cruzada de pernas a lá Instinto Selvagem e ouvi ele dizer:

— Uau. — Ele estava tirando os sapatos e a meia e olhava para mim, um sorrisinho safado naquela boca gostosa. — Oi gata.

— Oi! — Disse me levantando e indo em direção a ele. Colei meu corpo no dele, que segurou minha bunda com força e me beijou, a língua passeando na minha e eu finalizei o beijo mordendo a boca dele com força. — Deixa que eu faço isso. — Falei abrindo a camisa dele, tirando, soltando a calça dele e, me abaixando, segurei o pau dele com a mão e enfiei o quanto pude na boca, sentindo ele duro na minha língua.

— Caralho Michele. — Rui disse suspirando, segurando minha nuca com gentileza, enquanto eu mamava aquele pau delicioso.

— Gosta do jeito que eu chupo você amor? — Perguntei.

— Pra caralho. — Ele respondeu.

— E eu adoro chupar você. — Falei olhando para ele, o pau na minha mão e a cabeça do pau na minha boca de levinho… Provocando…

Peguei a caixinha de cima da mesa do canto, onde ele tinha colocado as chaves, mas sequer reparou quando me viu nua e pronta para ele. De pé e beijando ele na boca, eu disse:

— Feliz Dia dos Namorados, amor.

Rui abriu a caixinha e tirou de lá o ovo masturbador que eu tinha comprado para ele. Olhou com curiosidade e tocou com os dedos.

— O que é isso, amor? — Ele perguntou.

— Isso, amor, é um ovo masturbador. Um brinquedinho para incrementar nossas fodas. Você não disse que gosta pra caralho do jeito que eu te chupo? Então, esse mimo aqui vai te chupar bem gostoso também.

— Chupar?

— Masturbar, que seja. — Chupei Rui gostoso, deixando ele bem babado e coloquei o ovo na cabeça do pau. Fui descendo pelo pau, mexendo a mão sem pressa, mas com determinação.

— Mí, Porra. — Rui fechou os olhos e eu podia perceber que ele estava com muito tesão. Voltei a ficar de joelhos e enquanto masturbava ele com o ovo, eu chupava as bolas, massageando, estimulando, querendo que ele se entregasse ao momento.

— Gosta amor? - Perguntei. — Gosta da minha boca e do seu brinquedinho juntos em você?

— Muito… Gosto muito. — Ele disse com a voz baixinha vindo lá de outro mundo.

— E eu gosto da sua boca e do meu brinquedo em mim. Bora? Bora trazer mais um participante para essa foda? Perguntei aguardando a reação dele, que veio imediata.

— Bora.

Fiquei de pé e fomos em direção ao quarto, peguei o porquinho de dentro do guarda-roupa e coloquei na cama, ao lado do Rui e do ovo. Me deitei ao lado dele, o beijando. Ele passou os dedos entre minhas pernas, sentindo minha umidade e gemendo na ma minha boca durante o beijo. Acionei o meu vibro e coloquei na mão dele. Rui posicionou o vibro no meu grelo e começou brincar com as velocidades.

— Issso amor… Ãããããã... tão bom. — Falei sentindo o coração disparado, sentindo aquela fisgada no ventre. Porra…

Eu gemia e suspirava enquanto Rui me beijava e me provocava, ele conduzia o vibro no meu grelo e eu peguei a mão dele e pressionei em mim, rebolando com urgência. Sentindo o gozo se aproximar.

— Vou gozar Rui, assssiiiimmmm amor vou gozar… — Falei gozando, sentindo o corpo todo tremer e enfim relaxando.

Rui me beijou e subiu em cima de mim. Ele chupava meus seios e brincava com o pau na entrada da minha buceta encharcada de tesão.

— Servindo orgasmo miojo: pronto em três minutos. Que delícia. — Rui falou rindo e metendo em mim bem fundo, ãããããã como eu gostava do pau daquele macho dentro de mim.

— Amor, calma. Ainda não. Quero chupar você de novo. — Falei saindo debaixo dele que se deitou, me esperando. Eu tive uma ideiazinha na minha cabeça: um meia nove turbo. Virei o bucetão bem pra cara dele e deitei de lado, uma perna flexionada. Botei o pau dele na boca e…

— Caralho. — Ele falou, começando também a me chupar. Eu intercalava chupada e punheta no Rui, usando minha boca e o masturbador nele. Rui entendeu a vibe e usava a boca dele e o sugador em mim. Eu não saberia dizer o que era mais delicioso naquilo: chupar ou ser chupada. E continuamos trocando carícias, eu sentia o corpo dele ficando tenso sob meus dedos. Meu grelo pulsava alucinadamente. Eu sentia outro orgasmo se aproximando, vindo do fundo das minhas entranhas. Forte e visceral. Passei para a punheta com o ovo só para poder usar minha boca para dizer:

— Isso Rui! Assim… Tô gozando, amor… Caralho… — Eu gozava e batia punheta para ele no ritmo que meu grelo pulsava.

— Michele… Porra… — Ele falou enquanto gozava no masturbador e eu sentia meu corpo explodir em um milhão de pedaços.

Nos deitamos em silêncio. Os corpos úmidos de suor e gozo. Os corações disparados, a alma voltando do passeio que tinha dado em outra galáxia. Me virei para deitar nos braços do Rui, que beijou o alto da minha cabeça.

— Acho que minha alma saiu do corpo e voltou. — Rui disse.

— Hummm foi bom assim? — Perguntei toda satisfeita.

— Mais que bom. — Rui disse me abraçando e me beijando, colocando o sugador e o ovo na mesinha de cabeceira.

 — Vou lavar para guardar. — Falei.

— Guarda não, deixa na mesinha. Assim quando você quiser gozar, Doctor Pig cuidará disso.

— Doctor Pig? - Perguntei sorrindo, aparentemente o ciúme tinha ficado de lado.

— Doc para os íntimos - Rui falou — E nós ficaremos cada vez mais íntimos.

— Tô tão emocionada que tô até chorando. Dá a mão aqui que eu te mostro.

— Safada.

— E você adora.

Sim, ele adorava e eu também. E agora com mais um cúmplice do nosso desejo, com certeza nossas fodas só iriam ficar ainda mais safadas.

Texto por: Madame Te

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