Conto Erótico Delivery de Sexo no Carnaval, Mulher recebendo um entregador de comida em sua porta.

Conto Erótico - Delivery de Sexo no Carnaval

Eu amo carnaval porque quem é da folia vai para folia; quem é da oração: vai pro retiro e quem é das séries, faz maratona. Eu pertenço ao terceiro grupo: unidos da macetaflix. Tive um dia delicioso no spa, estava com meus pézinhos para cima e estava me sentindo adorável maratonando minha série no recesso do meu lar.

A série tinha umas cenas quentes que vou te dizer, estremeceram as placas bucetônicas. Pronto. Com tesão e sozinha em casa. Era hora dela brilhar, sim, ela: a siririca. E ah… Que delícia poder se tocar assim, livremente, conhecendo seu corpo. Corri no quarto pegar meu sugador, o vibro miojo: entrega gozo em três minutos. 

Chupei meus dedos e abri minha xota molhadinha, passei a mão…  Ãnnnnnnn… tão bom. Posicionei meu sugador no grelo e brinquei um pouco com a intensidade e a velocidade, sentindo meu corpo mais quente, sentindo o gozo se formar dentro de mim como uma tempestade no céu e… Issssoooo.. Gozei… Delícia.

Fiquei deitada um momento, os dedos indo e vindo na xota, sentindo aquela umidade gostosa, a sensibilidade no grelo. Curtindo aquele momento só meu. Eu não troco o silêncio e o conforto do meu lar por bloquinho nenhum e me deixa feliz o fato de que lá fora tem gente se divertindo. Cada um em sua verdade e tá tudo bem. Bom demais.

Bateu uma larica e nessa preguiça que eu tô, achei melhor pedir para entregar  um  lanche. E olha que maravilha, não ia demorar nem vinte minutos. Fiz o pedido e continuei assistindo minha série.

O entregador tocou a campainha e eu fui atender. Quando abri a porta, quase caí para trás. Era um ex P.A (Pau Amigo). Existe ex P.A?

— Fernando? - Perguntei, mesmo sabendo que era ele.

— Mônica? Não acredito. Que coincidência. Nem sabia que você tinha mudado de casa. — Ele falou olhando em volta e eu o convidei para entrar.

— Entra aí, você tem tempo? Acho que a gente não se vê há séculos. — Falei dando espaço para ele entrar. Ele olhou as horas no celular e respondeu:

— Uns minutos eu tenho. Lugar legal aqui, me mostra.

E eu mostrei. Era pequeno então não demorou muito e quando chegamos na sala, na tv rolava uma cena quentíssima. Fernando olhou a tv, olhou o vibro que eu tinha deixado no sofá, olhou para mim e disse:

— Tava aprontando né.

— Ué, vai me dizer que você não bate suas punhetas.

— E muitas delas pensando em você e nessa sua boca gostosa.

— Tem saudade da minha boca, é? — Falei sorrindo para ele.

— Tenho. Muita saudade. Olha o tamanho da minha saudade. — E eu olhei né. Aquele volume gostoso, ele já tava de pau duro e eu sabia que ficar com ele seria cometer o mesmo erro novamente, mas fazer o que se o erro fode gostoso e apareceu assim na porta de casa?

— Então vem cá matar a saudade. — Fernando se aproximou e me beijou na boca. E que beijo... A língua dele se esfregava na minha, os lábios eram macios e ainda assim, exigentes. Eu sentia os dentes dele na minha pele, a barba, o gosto. Ele era uma delícia.

Fernando me encostou na parede e com um impulso, abracei ele pela cintura. Ele esfregou o quadril em mim… Duro por baixo da roupa.

— Gostoso. — Eu disse mordendo o pescoço dele, sentindo as mãos dele na minha bunda por baixo do meu vestido me abrindo, sondando. Ele me colocou no chão e tirou meu vestido, eu estava sem calcinha.

Ele se abaixou, desceu pelo meu corpo chupando os seios, beijando a barriga, lambendo meu umbigo… Mordeu minhas coxas e eu separei as pernas, os olhos fechados, mergulhada naquela sensação. Senti ele tocar minha xota com as mãos, ele abriu, abriu mesmo. Eu o encarei e ele olhava meu grelo como quem via uma jóia rara.

—Você é gostosa demais. — Foi só o que ele disse antes de passar a língua e começar chupar.

E que chupada. A língua dele tomava conta de toda minha xota, invadindo, provando. Ele pressionou meu grelo entre os lábios, sugando, chupando… E a cada chupada a ponta do grelo tocava a língua úmida dele.

— Fernando… Nossaaaa… — Ele enfiou um dedo dentro de mim, fundo, fazendo um movimento circular. Eu rebolei nos dedos dele e sem parar de me chupar ele tirou do prikito e enfiou no cuzinho. Eu só conseguia gemer. — Ãããããhhh

Ele não parava e nada dizia. Percebi que mudou de posição, apoiando os joelhos no chão. Tocou minha coxa e levantou, passando pelo pescoço dele. precisei me apoiar em suas costas, mas deu certo. Senti a língua dele passando pela minha bunda, entrando na minha xota e quando ele voltou a sugar meu grelo, eu senti que ia gozar.

— Não para. Não para seu safado. Gostoooosssooo. — Falei gozando na boca dele, rebolando e esfregando minha xota na cara dele. Fernando foi diminuindo  a chupada e ficou de pé, me beijando.

— Vem. — Eu falei puxando ele para o meu quarto. Fomos aos tropeços, nos beijando, eu pegava o pau dele e sentia que estava pingando de tesão. A cabeça melada, prontinha para entrar em mim do jeito que eu queria. Ele se deitou na cama e eu subi nele com pressa, confesso que ignorei aqueles braços deliciosos, ficaria para o segundo round, agora eu queria pica e cai de boca na dele.

— Uuuuummmmm Poooorrra. — Ele gemeu segurando minha cabeça, as coxas ficando tensas nas minhas mãos. Eu chupei, lambi o pau e as coxas, segurando o saco dele e massageando gostoso. Levantei o saco e lambi o períneo, batendo uma punheta. — Não Mônica, assim não. Não faz isso senão eu gozo antes de você sentar, caralho. Tesão da porra.

Eu sorri e parei. Não queria que ele gozasse assim tão rápido.

— Sobe em mim vai, sobe.

Subi de costas para ele, sentindo meu corpo receber aquele pau com facilidade… A gente tava com tanto tesão… Eu fiquei um instante ali parada, só absorvendo a sensação de ter Fernando dentro de mim e então comecei a me mexer. Rebolando e sentando, ouvindo ele gemer e concentrada em fazer meu grelo roçar nos pelos dele. Aquele atrito delicioso.

Eu apoiei as mãos no corpo dele e rebolava gostoso, o ritmo intenso, trazendo o gozo para perto. Cada vez mais perto.

— Fer…

— Vai safada, mexe essa bunda. — Fernando falou dando um tapa na minha raba e quando eu achei que não podia ficar melhor, senti ele enfiar o dedo no meu cuzinho.

— Caralho. — Foi só o que falei, gozando gostoso. Sentindo os espasmos no meu ventre, o tremor nas minhas coxas. Eu não queria parar. Eu não conseguia continuar.

Fernando  mudou de posição, me deixando por baixo dele. Montou em mim me posicionando de lado, se encaixando entre minhas pernas e a profundidade dessa posição… Nossa. Bom demais. Ele massageava meu grelo e metia rápido, a urgência do nosso desejo fazendo ele perder o controle. Eu ouvia a respiração ofegante dele, ouvia meu coração bater do jeitinho que meu grelo pulsava.

— Isso! Assim. Delícia de macho. — Falei rebolando, adorando sentir ele dentro de mim.

— Vou gozar, safada.

Fernando tirou o pau e gozou em cima da minha xota, uma jatada de porra que sujou até minha barriga. Ele esfregou a cabeça do pau no meu grelo melado, fazendo meu corpo arrepiar de prazer. Se deitou ao meu lado e ficamos curtindo em silêncio por uns minutos.

— No que você tá pensando? — Perguntei

— Pensando no motivo da gente ter terminado.

— Nós nunca começamos, Fer. A gente não passava de amigos que se pegavam.

— E agora a gente vai ser amigo de novo? — Ele perguntou passando a mão na minha barriga.

— Amigos com benefícios. — Respondi.

— Para mim serve.

Fernando disse me beijando novamente e passando as mãos pelas minhas coxas.

— Fer, e suas entregas.

— Depois, agora é a vez o entregador comer. — E comeu de novo e de novo, comeu e eu matei toda minha fome naquela calabresa gostosa.

Texto por: Madame Tê

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