Conto Erótico Trepada Nota Dez. Ilustração de uma mulher com vestes de carnaval, dançando e segurando um pandeiro.
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Conto Erótico - Trepada Nota Dez

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Tudo bem não gostar de carnaval, mas eu amo. Sou apaixonada e fazer parte da bateria da minha escola do coração é uma honra. Eu amo ir aos ensaios, tocar com a galera, ver gente bonita! Paquerar…

E eu tava bem de olho num gatinho também da bateria, o João, tava doida para ele tocar o meu pandeiro e como eu não sou catraca de ônibus pra deixar passar assim, eu meio que tava dando em cima dele. Bom, acho que “meio” era uma palavra fraca, eu tava “super” dando em cima dele.

— E aí, João — puxei assunto no intervalo do ensaio — Ainda não é dia de desfile, mas ver a mangueira entrar seria bonzão depois do ensaio, hein?

— Como é, Gisele? — ele falou rindo. — A mangueira fica lá longe.

Levantei as sobrancelhas e dei uma olhada demorada para ele, manjando mesmo.

— Acho que tá perto hein. — Falei voltando pro meu lugar e caprichando no rebolado seduzente de quem sabe que está sendo observada.

Acho que consegui chamar atenção porque várias vezes notei o João olhando para mim e ativando meu arquétipo de deusa Afrodite, joguei cabelo, fiz carão, dei sorrisão, rebolei minha raba… Até storie dele no ensaio eu curti, minha parte eu fiz, agora era com o universo.

Final do ensaio, João se aproxima de mim para perguntar:

— Tú vai embora como?

— De busão e você?

— Bora dividir um uber? — ele perguntou e eu nem precisei pensar na resposta.

— Bora.

— Então vou chamar. — ele falou pegando o celular. — Vai ficar onde?

— Vou ficar na tua. Pera, endereço né? Pode ser um barzinho mesmo, vontade de tomar um chopp.

— Então fechou, vamos de barzinho.

A viagem de uber foi legal, havia espaço suficiente entre nós, mas nos sentamos perto, as pernas se tocando, os dedos das mãos roçando de leve, quase sem querer. Me inclinei pra ele e tasquei logo um beijão, ele segurou minha nuca, enroscando os dedos nos meus cabelos e me beijou de volta, um beijo molhado, delicioso, que terminou com ele mordendo meu lábio inferior de leve, puxando de um jeito bom.

Já acomodados no bar pedimos um chopp e falamos um pouco sobre o ensaio, estávamos lado a lado e eu tocava a coxa dele, sendo que da última vez não tirei a mão, deixei repousar na pele macia dele, encostando de leve os dedos nos pelos. João me beijou novamente, alisando minha costela, lambendo meu pescoço… A xota chega bate palma pra esse espetáculo de beijo.

— Bora lá pra casa? — Perguntei pra ele, sendo direta.

— Só se for agora.

E lá vamos nós de uber novamente, peguei o uber espiando os beijos pelo retrovisor e já que tinha plateia caprichei na performance, colocando a mão do boy nas peitchola e alisando o pau dele por cima da roupa.

Paramos em frente do prédio e como tinha gente no elevador a gente tava bem comportadinho, um exemplo de discrição. Abri a porta pra gente entrar e antes mesmo de fechar, João chamou no abraço, me puxando com força e apertando minha bunda, dando uma rebolada que eita… o pau fez a costura do short jeans esfregar meu grelo de um jeito tão gostoso.

— Nossaaaa… João… — Falei fechando os olhos e inclinando o pescoço, expondo a pele para ele que chupava, esfregando a barba e me fazendo arrepiar.

— Onde? — ele perguntou me pegando no colo de um jeito que eu não esperava, e eu murmurei no beijo dele que era a porta à esquerda do corredor.

João me deitou na cama e puxou meu shorts e minha calcinha, eu tirei a blusa, o sutiã e ele caiu de boca no meu grelo, mamando gostoso e fazendo minha cuíca roncar.

— Ããããããñnnn — gemi rebolando segurando a cabeça dele e esfregando meu bucetão na cara dele.

O homem levantou minha bunda com firmeza e me puxava forte, a língua dele tava me fodendo tanto, tão bom!

Ele me soltou, tirou a roupa dele e eu olhei aquele pau sedenta, “comissão de frente, nota… dezzzz”

— Vem, gostoso, vem me comer.

— Tá com pressa? - ele respondeu me virando de bunda pra cima, dizendo. — Abre a bundinha pra mim, abre.

Abri com as duas mãos e senti a língua dele em mim, chupando com vontade. Eu sentia ele lamber e chupar, enfiando os dedos na minha buceta e quando sentiu meu cu piscar na língua dele, enfiou os dedos no cuzinho também.

— Ahhhh João, me fode seu puto. — pedi querendo sentir ele dentro de mim.

João montou em mim e colocou a pica na buceta devagar, sem pressa, controlando o movimento enquanto dedava meu grelo, mas eu não aguentei, empinei a raba rebolando e fazendo entrar tudo.

— Gulosa… - João falou dando um tapa na minha bunda e eu fiquei de quatro pra ele que se reposicionando, segurava meu quadril mantendo firme no lugar e metia fundo. Eu tentava rebolar, queria mais forte, mas ele não tava com pressa e às vezes diminuia a intensidade somente para se inclinar sobre mim e morder minhas costas e apertar meus seios.

— Mais rápido, porra. — pedi faminta.

— Calma mulher, senão é duas pandeiradas e acaba o samba. — Ele falou e eu ri, me virando de frente e puxando ele pra mim.

Cruzei minhas pernas nele, apertando a bunda dele com os pés e as mãos, me estrebuchando embaixo dele igual uma cobra com coceira nas costas, de tanto tesão e o homem se segurando.

— Ahhhhhh João…. — falei beijando ele que se levantou e me puxou pra beirada da cama.

Ele pôs meus tornozelos no pescoço dele e puxou meu quadril, agora sim com força, do jeito que eu gostava, esfregando meu grelo com os dedos úmidos que tinha tirado da minha buceta melada.

— Issoooo asimmmm — Falei me entregando ao momento, sentindo ele me comer do jeitinho que achei que fosse acontecer e senti o gozo se formando no meu ventre para explodir me levando a apoteose. — Vou gozar… vou gozar…

— Me espera… — ele disse aumentando o ritmo das estocadas.

— Ahhhh ahhhh quase… — falei sentindo o gozo longo e delicioso.

— Ohhhhhh ohhhhhh — ele respondeu tirando o pau de dentro de mim e gozando na minha barriga enquanto eu ainda tremia por conta do gozo.

“Harmonia, nota… dezzzz”

— Caralho. — ele falou deitando ao meu lado. — Porra, que trepada.

— Foi mesmo. — falei respirando ofegante, sentindo o coração ir normalizando aos poucos. — Foi demais. — Falei beijando ele, que me abraçou, acariciando meu cabelo. — Me dá um minuto, preciso de um banho… — avisei.

— Gi? - João disse olhando para mim e olhei para ele. — Gostou da entrada da mangueira? — ele disse rindo, relembrando minha cantada chavosa de mais cedo.

Me inclinei e chupei o pau semi duro dele até ouvir ele gemer.

— Gostei, e se prepare, depois do banho quero ver o desfile das campeãs. — Disse indo para o banheiro, cantarolando nosso samba enredo e ouvindo ele cantar junto comigo.

Isso que eu chamo de evolução!

Texto por: Madame Te

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