Conto Erótico Bora Abrir o Koo

Conto Erótico - Bora Abrir o Koo

Tô aqui no trabalho e tô rindo bastante. É cada trocadalho do carilho com a nova rede social... Meu espírito de 5ª série não agüenta. Mas também né, seria esperar demais que o brasileiro achasse normal uma rede social chamada koo.

Desculpa gente, mas eu não tenho maturidade para as piadas. Eu ri muito e foi bem aí que a Roberta falou comigo:

— Mas do que você ri tanto mulher?

— A rede social nova amiga. Dou conta não. Olha isso. - Mostrei para ela os memes e ela também achou divertido.

— Você abriu koo? — Ela me perguntou e tive que resistir ao impulso de falar algo com duplo sentido.

— Ainda não, mas acho que vou abrir. —Respondi fingindo costume.

— Quando abrir você me mostra? Se eu gostar talvez abra o meu.

Ah gente... Eu tentei, vai. Juro que tentei. Mas a bola tava quicando na área! Em pleno 2022, ano de Copa! Eu tinha que chutar:

— Mostro a hora que você quiser, e adoraria ver o seu também. — Roberta deu um sorrisinho de canto de boca, abaixou os olhos e só então respondeu:

—Você tá falando da rede social, né Lilian?

— Claro. Seu perfil na rede. — Já remendei na hora. Pelo jeito minha tática de artilheira falhou.

— Que pena. É que me passou uma coisa pela cabeça e fiquei pensando... – Roberta falou, virou as costas e saiu. Eu fiquei parada sem saber se dizia “volta aqui mulher” ou se só apreciava aquela raba balançando naquele vestido lindo. Que bunda meus amigos, de fazer bater palmas, e olha que tô com as mãos ocupadas, se é que você me entende.

O dia foi passando e toda hora eu dava uma olhadinha pra Roberta, quando ela me pegava eu baixava os olhos, e ela dava aquele sorrisinho. E hoje tinha jogo da Seleção, então a gente ia sair mais cedo do trabalho. Será que rolava um chopinho?

— Roberta, você vai assistir o jogo onde?

— Tava nem pensando nisso, não sou muito de futebol.

— Eu tava pensando em assistir na choperia, bora? – perguntei enquanto a gente descia pelo elevador e ia para o estacionamento.

— Bora. Ai você me mostra seu koo.

— Sabe que acabei esquecendo de abrir?

— Ah! Mas eu não esqueci. Você quer ver o meu?

Esqueci totalmente do jogo, o coração deu aquela acelerada. Ela estava falando da rede social né? Nossa Senhora da Bicicleta, me dê equilíbrio pra agir, essa sapata aqui implora.

— Quero.

— Então vem aqui, meu celular acabou a bateria, vou ligar no carro.

Sentei no banco do passageiro e confesso que estava ansiosa para saber o que Roberta queria me mostrar. Seria o perfil na rede social ou o cool mesmo? Mas Roberta tava bem relaxada, ligou o celular e virou a tela para mim. Realmente, ela tinha criado um perfil e estava a maior gata na foto. Disse isso a ela que agradeceu e perguntou:

— E o seu koo? Não vai me mostrar?

— Não criei o perfil ainda.

— Isso você me disse... — Lilian respondeu me puxando para um beijo molhado. Meu coração vibrou “Brasil sil”

Que beijo... Toda gostosa, beijava me apertando... Eu sentia os dedos dela alcançando meus seios, eu mordia o lábio inferior dela delicadamente e quando ela gemeu... Ahhhh que vontade de abrir o cu na hora... E nem tô falando da rede social.

— Gostosa pra caralho... — Roberta falou enfiando a mão por baixo da minha blusa. – Quais as chances de você ignorar que estamos num estacionamento e levantar essa saia agora?

— As mesmas de um bilionário estragar minha rede social preferida... 100%. — Respondi levantando a saia. Ela enfiou o dedo pela beirada do elástico da minha calcinha, descendo pela minha xota e entrando em mim.

— Ããããnnnn... Que delícia. — Falei erguendo o quadril. Ela tirou o dedo de mim e chupou, me olhando, me fazendo prender a respiração com aquela ousadia gostosa.  — Você... Nossa... Muito Gostosa.

— Pula para trás. — Roberta falou e eu obedeci ligeira. Abri as pernas, a saia levantada. Meu coração parecia que estava batendo na minha buceta de tanto que a sensação estava intensa. Bom demais.

Ela se posicionou sobre mim e começou me chupar. Eu fechei os olhos e senti ela passando a língua em mim, de baixo para cima, parando no grelo, sugando e pressionando, os dedos me massageando... E quando ela passou a língua no meu cuzinho, abri os olhos e vi que ela tinha dado um jeito de tirar a calcinha e levantar o vestido.  Olhei aquela deusa seminua na minha frente e só conseguia babar, você bem pode imaginar por onde...

— Linda... — Falei para Roberta.

— Linda é essa raba na minha língua... Abre o koo para mim, vai. — Ela falou afastando minhas nádegas, abrindo meu cuzinho e enfiando a língua ali, como se minha raba fosse uma velha conhecida dela.

— Ahhhh... ããããã... Robi, meu deus.

Roberta chupava meu cu e erguia os olhos me encarando, alternando chupar o cu e a buceta, as mãos apertando meus mamilos... Abri a xota e comecei uma siririca, eu rebolava, ela me chupava, e nesse frenesi eu senti o gozo vir rápido, explodir pelo meu corpo, se prolongar enquanto ela continuava me chupando, sem parar... Os nervos das minhas coxas se contraiam a cada chupada. 

— Pooooorrrraaaa... Isso que é gozar. Que delicia. Caralho Roberta... (ruído de supiro)

— Gozou, gostosa? Delícia... abrir o cu pro pessoal do trabalho foi uma boa ideia né? — Roberta falou se deitando, dando uns tapinhas na xota pelada dela e me chamando com o dedo. — Vem aqui, safada.– Ela abriu a xota e eu não tava acreditando no tanto que aquela mulher era ousada, adoooooooro.

— Me chama de camisa 10 que eu já caio aos seus pés, deusa. — Disse me joelhando caindo de língua naquela xota.

Ela estava gostosa demais... Melada, morna, pingando de tesão.  Chupei o grelo dela, ouvindo ela gemer, sentindo ela rebolar. Agora que era eu que estava em ação, até me perguntava se alguém talvez pudesse nos ver ali. Eu me preocuparia com isso se o problema surgisse, negócio agora era essa delícia na minha frente.

— Isso Lílian... chupa assim. Aí aí... Bem aí... Não para... Gostooooosa. — Ela gemia rebolando na minha cara e eu passei a esfregar meus dedos junto com a língua pela xota dela, até chegar no cuzinho. Roberta abriu a bunda, o cuzinho piscando... — Delícia... Como queria abrir o cu para você!

Fui enfiando língua e dedo, alternando, chupando bastante e colocando mais. Que gostosa ela era... E quando meu dedo deslizou todo para o cuzinho dela, eu passei a massagear e chupar o grelo.

—Ããããnnn... ãããnnn

Roberta gemia e me apertava, eu ouvia a respiração ofegante dela. Sugava aquele grelo com a determinação e concentração de um atacante para cobrar uma falta... Eu caprichava... ela gemia... e de repente...

—Tô gozaaaannnndoooo — E é gooooool! – Continuei chupando aquela bucetinha gostosa, sentindo o grelo dela sedoso na minha língua e o cuzinho mastigando meu dedo.

Roberta foi se sentando, ajeitando o vestido e eu me sentei também ao lado dela. Nos beijamos, uma... duas vezes. Roberta encerrou o beijo puxando meus lábios com os dentes. Eu me senti arrepiar.

— Acho que tô apaixonada. Você quer casar comigo? — Perguntei, sabendo que ela acharia graça do exagero.

— Agora ou a gente pode tomar aquele chopp primeiro? — Ela falou rindo.

— Pode ser depois do chopp.

— Então bora para a lanchonete. Agora que a gente já abriu o cu, podemos ir assistir a Seleção. — Ela falou passando para o banco da frente. Eu abri a porta do carro, dei a volta e sentei no lado do passageiro.

É minha gente, independente do resultado, abrir o koo foi uma experiência ótima e para mim, a partida já tava ganha.

Texto por: Madame Tê

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