Conto Erótico - A Cor do Tesão. Ilustração de uma mulher usando as mãos para abaixar a sua calcinha rosa até a altura de suas canelas.
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Conto Erótico - A Cor do Tesão

Reveillon é a minha data preferida do ano! Sabe aquela vibe “ano novo, vida nova”? Eu era dessas. E uma tradição que eu levava a sério era escolher a cor da calcinha baseada no meu desejo de ano novo, mas a do ano passado não deu certo, porque escolhi rosa para o amor e cá estou eu solteiríssima. Contei isso pra Jade enquanto nos arrumávamos para ir à chácara de uns amigos dela onde íamos passar a virada.

— Vou botar uma calcinha preta porque minha xota está de luto. A coitada está mortinha.

— Credo amiga, não fala assim, sei que você é cheia dos contatinhos. — ela revirou os olhos e respondeu:

— Queria… Mas e você? Vai usar calcinha que cor esse ano?

— Vou passar sem calcinha para atrair tesão. Tentei amor ano passado e não deu, que o ano novo me traga boas fodas.

— Amém, irmã.

Terminamos de nos arrumar, a Jade gostosa demais com um vestido dourado e curto que marcava as curvas dela de um jeito que me dava tesão e eu também estava belíssima no meu modelito soltinho e comportado, que mostrava só as costas.

A festa tava ótima e a gente tomou todas. Ficamos mais do que um pouco bêbadas e os flertes rolavam soltos. Dei uns beijos num gatinho que me deixou super acesa, fomos pra um canto afastado e eu mamei ele bem gostoso. Quando ele estava me chupando, vi a Jade passar e ela ficou um tempo ali olhando antes de se afastar.

Não sei dizer porque, mas fiquei sem clima com o boy e acabei dispensando ele e voltando para a festa. Jade estava tomando um drink e sorriu quando me viu:

— Mas já? Achei que ia demorar mais lá com o boy. — dei de ombros e respondi:

— É, acabou não rolando. E você? Não pegou ninguém? — Ela me encarou bem séria e disse olhando para minha boca:

— Ainda está em tempo, você não acha?

Então né… demorou, mas eu entendi porque não rolou com o boy. Eu estava com tesão na Jade. Eita… A gente era amiga, será que ia rolar? Fiquei pensando em como chegar nela e em como as pessoas sempre diziam que não dava certo beijar amigos, mas aí pensei: se eu não beijar amigos vou beijar quem? Inimigos?

— Ah… Com certeza está em tempo. Diz aí desistiu da calcinha preta?

— Desisti nada, tô usando uma preta sim. E você? Desistiu de vir sem calcinha? — ela perguntou.

— Desisti não. — Me aproximei do ouvido dela e continuei — E tô sem sutiã também.

Jade deu uma encarada nos meus peitos, desconfiada. E sorriu:

— Não pode ser verdade que você está nua por baixo desse vestido.

— Dúvida? — disse levantando as sobrancelhas cheia de coragem.

— Duvido. — ela disse cruzando os braços.

— Então vamos ali que eu te mostro. — falei apontando com o rosto para o canto que ela tinha me visto com o boy.

— Vem cá. — ela falou pegando minha mão e me levando para um outro lugar. Eu fui porque ela conhecia a chácara, já eu, não.

A gente caminhou um pouco e nos afastamos da festa, passamos por um jardim onde tinha um casal se pegando com vontade e acabamos chegando num canto que tinha um parquinho de criança e por esse motivo estava vazio. Não tinha crianças na festa.

— Quero ver se está usando só o vestido mesmo. — ela desafiou.

— Primeiro você. — respondi doidinha pra ela concordar.

Jade encostou na escada do escorrega e olhando para mim levantou o vestido até a cintura e caralho, que delícia. A calcinha, se é que aquele pedacinho de pano podia ser chamado de calcinha, era preta sim e minúscula. De uma renda transparente que não deixava nada a imaginação, eu podia ver o grelo dela e não vou negar: salivei.

— Sua vez. — foi só o que ela disse.

Olhei para trás para me certificar que estávamos longe o suficiente e sim, estávamos. Então baixei as alças do meu vestido e deixei ele descer até a cintura. Jade olhou meus peitos que estavam arrepiados de tesão e tive o prazer de ver ela engolir seco. Depois levantei a saia expondo minha buceta nua e dando uma voltinha para ela ver minha bunda também. Ainda segurando o vestido na cintura, perguntei:

— Gosta do que vê? — A resposta dela foi me beijar e sem fazer cerimônia meteu a mão no meu grelo, eu gemi no beijo dela. Caralho…

— Porra, Nicole. — ela disse esfregando meu grelo. — Você é deliciosa.

Os beijos continuaram quentes e a vontade de cair de boca naquela xota que eu siriricava crescia mais rápido que a popularidade do nosso presidente. Que tesão. Jade acariciava meu grelo, apertava minha bunda e só parou de me beijar para mamar meus peitos e nossa, que língua deliciosa. Meus mamilos e meu grelo pulsavam em sincronia com a habilidade da gata.

— Jade… delícia. — Disse pressionando o rosto dela contra meus seios, querendo mais e ela entendeu o recado, mordendo o bico do meu peito e sugando mais forte. — annnnn — gemi rebolando nos dedos dela.

Jade se agachou na minha frente e eu abri a buceta para ela com as mãos, antes de lamber ela ainda deu uma fungada, sentindo o cheiro do cio, e passou a língua no meu grelo, provocando, chupando devagar e depois mamando bem gostoso. Eu tava tão melada que sentia até minhas coxas úmidas, minha xota tinha virado um piscinão de tesão e Jade nadava de braçada. Eita mulher gostosa.

Ela se levantou cedo demais e agora o beijo dela tinha gosto do meu desejo. Claro que me agachei para dar a ela o mesmo carinho que ela tinha me dado, beijei a xota e as coxas antes de lamber o grelo dela por cima daquele porta jóias que era aquela calcinha. Afastei de ladinho e mostrei todo meu talento de chupadora de buceta.

— Annnn assim, faz assim mesmo. Mais pra esquerda… aí aí não para. — Jade falou ativando o arquétipo “flanelinha da trepada” e eu adorei ela me guiando para chegar onde ela queria porque ela pegou minha cabeça e pressionou com tanta força que posso dizer que levei uma lapada de buceta na cara. Que delícia. Annnnn Nicole… — Jade disse mais alto.

Virei ela de costas e abri a bunda dela, lambendo o cuzinho repetidas vezes antes de enfiar minha língua lá. Eu massageava o grelo dela enquanto chupava o cuzinho e eu ouvia ela gemer alto, sem se preocupar em ser ouvida.

— Não para, vou gozar, vou gozar… — Jade falou e gozou ruidosamente, gemendo e rebolando. Chupei tudo que pude daquele presente que recebi e enfiei os dedos dentro dela, me levantei e os chupei, lambendo como uma gata lamberia a pata e olhando para Jade. — Puta que pariu.

Ela disse antes de voltar a me beijar, cuspiu na mão e começou uma siririca melada. Ela esfregava gostoso, a própria Dj da putaria e eu sabia que gozaria logo… Sentia o gozo vindo, a quentura, a tensão nas coxas e gozei… segurando a mão dela, guiando para que continuasse mais um pouquinho, prolongando o gozo.

— Tô gozando… tô gozando… — falei gemendo, a respiração entrecortada, beijando Jade e chupando a língua dela. Que delícia, senhoras e senhores, que delícia.

A gente ficou uns segundos quietas, curtindo aquela intensidade e começamos ouvir os fogos e a gritaria.

— Vamos voltar? — Ela perguntou. — Curtir um pouquinho e depois que acha de ir pra casa comigo?

— Acho perfeito. — falei terminando de ajeitar a roupa e dando a mão para ela. — Vamos sim e ei.. — eu disse a ela.

— O quê? — Jade respondeu.

— Feliz gozo novo! — Falei piscando

Texto por: Madame Te

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