Conto Erótico, a ex, ladra de vibro. Imagem criada através de IA de duas mulheres em um quarto procurando por algo em uma gaveta.

Conto Erótico - A Ex, Ladra de Vibro

Recentemente vi uma lista de coisas do que eram melhores do que voltar com ex, concordei com todos os pontos, inclusive com o tratamento de canal. É aquela coisa né? Voltar com ex, é como comprar um carro que já foi seu: os mesmos defeitos, só que mais rodado.

Mas não é porque eu não quero meu carro velho de volta que não posso dar uma voltinha! Principalmente quando esse carro já é quase um uber de tanta voltinha que dá, porque minha gente, acho que minha ex já pegou todas minhas amigas.

Ela já chegou a pegar, que eu fiquei sabendo, minha antiga ex. Cadê os limites do rebuceteio? Enfim, entendo todas elas, porque transar com a Micaela era mais do que sexo, era uma experiência! Ela me fazia sentir uma deusa. Pena que ela era politeísta, a bandida, e adorava várias deusas.

Com a desculpa de perguntar de um vibrador meu que sumiu, liguei pra ela. Depois de uma certa enrolação, perguntei do vibro.

— De novo isso Ava? Já te falei que não roubei seu vibro, mas se você duvida, vem ver pessoalmente.

Foi a resposta dela e a desculpa que eu precisava. Me arrumei lindamente, caprichando no perfume com uma saia menor que o saldo da minha conta, doidinha pra Mica cair na minha.

Não foi necessário muito esforço.

— Deus é justo, mas essa sua saia aí heim? — foi o que ela me falou depois de abrir a porta e me convidar pra entrar.

Fomos direto pro quarto que eu conhecia bem e ela abriu o guarda roupa, apontando.

— Fique à vontade para procurar. Você pode me acusar de ter traído você, não uma, nem três, talvez cinco vezes, mas não vai me acusar de ladra. — ela me disse sentando na cama.

— CINCO MICAELA? Dessa última não tava sabendo. — falei olhando pra ela e franzindo a testa.

— Eita, então desconsidera. — ela disse fazendo um gesto com a mão como se não fosse nada demais.

Eu ri, ia fazer o quê? DR por relacionamento que já acabou não dava, né? Fui fuçar os vibradores dela, tinha um novo, mas não era o meu. Eu sei que os vibradores estão modernos, mas daí a sair andando e sumir? Difícil.

— Hummm tava com saudade desse lubrificante. — falei pegando e passando como se fosse um gloss, tinha um gostinho bom.

— E eu saudade de você usando ele nos outros lábios. — ela falou e eu sorri por dentro, mas por fora botei a mão na cintura, olhei pra ela:

— Me poupe, Micaela. A senhora não sente saudade de mim, e a gente sabe.

— Como não? Sinto todos os dias. — ela respondeu se levantando e chegando perto de mim, bem perto, até tocar meus lábios com os dedos. — Como não sentir falta dessa boquinha gostosa? — ela falou acariciando meus lábios e se inclinando pra mim. — Adoro esse perfume. — ela disse inspirando meu pescoço depois dando um beijo leve. — Adoro tua pele, minha deusa. Ela falou e me puxou pra ela e eu cedi, é claro, era exatamente o que eu queria.

O beijo dela era sacanagem. Ela segurava minha nuca, correndo a mão pelas minhas costas até chegar na minha bunda e apertar, fazendo eu encostar ainda mais nela. Micaela subiu aquele pedacinho de tecido que eu chamava de saia e sem qualquer pudor enfiou o dedo direto no meu cu, colocando a ponta muito levemente, sem forçar a entrada.

Mas minha campainha tocou na hora como quem diz “pode entrar” pulsando entre minhas pernas.

— Sua cachorra. — falei.

— Você gosta. — ela respondeu me levando pra cama.

E como gostava. Micaela não tirou minha sandália, só a calcinha que ela cheirou antes de abrir minhas pernas do nada, expondo meu corpo ao olhar dela. Passou os dedos pela minha xota, de cima embaixo, enfiando e me sentindo úmida, tirando e passando no grelo.

— Toda molhada! Ainda bem que tô com sede.

Micaela disse e caiu de boca na minha xota. Meteu a cara ali como se minha buceta fosse um oásis e ela um andarilho perdido no deserto. Ela me chupava com intensidade e urgência, beijando os lábios e lambendo a testa enquanto seus dedos se enfiavam dentro de mim e massageavam meu ponto G.

— Ahhhh que delícia. — falei rebolando embaixo dela.

— Fica pelada. — ela falou ficando de pé e indo pegar o lubrificante.

Tirei o meu cropped e ela passou lubrificante no bico dos meus peitos antes de mamar. E mamou gostoso. Sério, era como se ela tivesse fome e eu fosse uma iguaria rara. Ela lambia os bicos apertava de um jeito bom, depois sugava e prendia entre os dentes, passando a língua enquanto a outra mão fodia minha buceta deliciosamente, dedando e esfregando.

Os dedos delas eram ágeis e eu tava numa seca da porra, senti o gozo se aproximando e deixei vir, rebolando e gemendo, me tremendo mais que um pinscher zero.

— Gozei, Micaela, gozei. — falei suspirando e querendo mais, meu corpo estava em chamas, ela sabia me colocar daquele jeito onde um orgasmo é apenas o começo da jornada.

— Gozou foi? Delícia. Então vira de barriguinha pra baixo pra mim, vira. — obedeci e ela deitou por cima de mim, se esfregando e mordendo meu pescoço, a mão novamente no meu grelo, me provocando. - Você disse que veio aqui por causa do vibrador desaparecido.

— Foi. — respondi.

— Mentirosa. Você veio aqui atrás disso. — ela falou me dando os dedos cheios do meu gozo pra chupar. Segurei a mão dela na minha boca e mordi a base do dedão. — Isso, morde. Adoro uma gata brava. — ela disse se inclinando de um jeito estranho e tirando da gaveta de cabeceira ele: meu vibrador strapless desaparecido!

Tentei me virar, porque queria começar uma DR no meio da trepada, mas aí senti o vibrador entrando em mim, senti ela segurando meu quadril e mordendo minha nuca, a língua morna no meu pescoço e não queria mais nada da minha vida, só curtir aquele momento.

Ela segurava meu quadril e metia com força, eu sentia o ímpeto e o desejo dela por mim, sentia meu corpo vibrando não só pelo melhor vibrador do mundo, mas pela forma com que Micaela usava ele em mim. Empinei a bunda pra macetada vir com tudo.

— Isso safada, empina esse rabo pra mim.

Micaela me deu o dedo novamente pra chupar e depois enfiou ele no meu cuzinho enquanto fodia minha xota. O vibrador tocava certinho meu ponto G, era uma covardia. Eu queria sentir o gosto dela também, mas com ela era sempre assim, a primeira ela comandava do início ao fim. E ela sabe que eu gosto assim.

— Vou gozar… vou gozar… — falei não podendo e nem querendo adiar aquele momento e Micaela manteve o ritmo. Senti ela tremendo, as coxas me apertando enquanto o vibro roubado nos unia, ela respirava fundo e gemia, eu sabia que ela ia gozar também!

— Gozei. — anunciamos juntas.

Micaela se deitou ao meu lado, tirando o vibro de dentro dela e colocou em cima da minha barriga.

— Aqui, tô devolvendo seu vibro que peguei emprestado. — ela falou descaradamente.

— Emprestado o caralho, você me pediu por acaso? — respondi rindo da cara de pau.

— Você não tava lá pra eu pedir, então peguei emprestado.

— Sua traidora mentirosa do caralho. Mente mais que mãe de filho feio. — falei dando um tapa de mentirinha na coxa dela.

— Me chama de traidora e mentirosa porque não pode chamar de ruim de foda. — ela provocou.

— É, aí vou ter que concordar com você.

Ela riu e veio pra cima de mim pra me beijar novamente. O sujeita sem eira nem beira. Mas é aquela coisa né? Quem nunca comeu um chocolate por ansiedade e uma canalha por saudade?

Texto por: Madame Te

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