Conto Erótico Aperte o Cinto Bora Gozar. Imagem criada através de IA de duas mulheres se olhando, sentadas dentro de um carro.

Conto Erótico - Aperte o Cinto: Bora Gozar!

Transa boa é transa que todo mundo goza gostoso, mas vamos ser honestas né? A maioria das mulheres tem mais dificuldade em chegar lá, infelizmente. Eu, como mulher trans, tenho perfeita noção disso e sempre capricho nas preliminares com a gata, invisto em brinquedinhos para nós. Quando o assunto é o prazer dela, eu dou o nome.

Eu já tinha tentado anel peniano, pra dar aquela atrasada no gozo, mas achei que apertava, sabe? Então acabou não rolando. Mas foi só conhecer o Belt para ver que com ele eu não teria esse problema porque, pasme, ele tinha um cinta ajustável. Não é babado? E mais: esse anel bafônico tinha um vibro para estimular o grelo durante a trepada, e um estímulo a mais é sempre um estímulo a mais né?

Recebi meu mimo no trabalho e foi super tranquilo, embalagem totalmente a prova de curiosos. Mas eu mesma estava curiosíssima e logo abri para dar aquela conferida. Achei a textura super macia e a cinta ajustável muito prática. Super aprovado, mas será que a Malu ia aprovar? Resolvi mandar foto e ela respondeu na hora:

— O que é isso? — ela perguntou botando olhinhos curiosos.

— Anel peniano COM vibrador pra esse grelinho gostoso. — respondi.

— Sério? Põe no pau, quero ver. — A bixinha era safada demais.

Fechei a porta do escritório, levantei a saia e fiz o que minha senhora mandou. Mandei foto de agora pra ela, que respondeu me provocando. Mas não dava pra entrar na dela agora porque eu tinha uma reunião em 15 minutos e disse isso a ela.

— Ah não, Ariel. Pode voltar aqui. — ela respondeu me fazendo rir.

— Sossega esse prikito, de noite a gente resolve isso. — respondi.

— De tarde, me pega no trabalho? — ela pediu.

— Pego. — respondi ajeitando as coisas para minha reunião.

O resto do dia passou com eu imaginando a fome que Malu estaria quando eu chegasse ao trabalho dela. Deixei o anel carregando, já que eu podia fechar a porta, e cuidei do meu dia.

Dezoito em ponto eu estava na porta da empresa da Maluzinha e ela entrou no carro faceira, me beijando gostoso de língua, fazendo meu pau já pular na calcinha.

— Como pode ter trabalhado o dia todo e estar assim tão cheirosa? — Malu perguntou se sentando e passando o cinto.

— Linda demais. — respondi ligando o carro e saindo.

— Cadê o anel? — ela perguntou batendo palmas.

— Na caixa. — respondi guiando o carro e vendo ela pegar a caixa do banco de trás e abrir. Ela abriu e manuseou, testando as vibrações com o controle.

— Gostei disso, encaixa nos dedos também. Deve dar uma turbinada na siririca, você não acha?

— Eu acho que sim, Malu. — respondi a ela.

— Bom, vamos descobrir.

Vi ela levantar a saia, a safada tinha tirado a calcinha. Ela abriu as pernas e botou a parte vibratória do anel pra funcionar.

— Hummmm gostoso. — ela disse olhando para mim. Era uma tortura ter que prestar atenção no trânsito com Malu ao meu lado, se dando prazer. Meu pau parece que ia explodir na calcinha. — Nossa, Ariel… Bom demais.

Ela se tocava, eu dividia a atenção entre ela e o trânsito, mas tava sendo uma prova de resistência. O caminho era longo demais, eu ia ter um treco de tanto tesão.

— Ãnnnn ãnnnnn — Malu gemia e levou a mão livre até meu pau, apertando por cima do vestido. Ela botou a mão por debaixo da minha saia e livrou meu pau da calcinha e começou uma punheta enquanto siriricava. — Ariel…

Malu gemia gostoso, e eu estava adorando a punheta. Tudo estava um tesão, o cheiro de sexo, a incerteza de estarmos ou não sendo vistas pelos outros motoristas, Malu gemendo e me punhetando. De repente achei o caminho muito longo, eu queria comer ela e queria agora.

— Preciso te comer agora. — falei pra ela.

— Preciso que você me coma agora.

— Aqui mesmo? — disse brincando, claro que não dava pra fazer isso na rua.

— Estaciona naquele mercado que tem a parte subterrânea e é na outra quadra.

Fiz o que ela mandou, dirigindo como se fosse uma pilota de fuga e a danada continuou na punheta e na siririca. Tava movimentado, mas os vidros escurecidos e o fato de eu ter arrumado uma vaga meio longe, era suficiente para garantir um pouco de privacidade.

Mal estacionei, ela botou meu pau na boca e mamou, deixando melado e antes que eu pudesse tomar fôlego, ela botou o anel em mim e sentou.

Eu senti a pressão do corpo dela no meu, afastei o banco o melhor que pude, mas a mulher tava alucinada na cavalgada. Eu dava uma olhadinha em volta, de vez em quando, para ver se não tinha ninguém reparando em nós, mas estávamos com sorte. Não aparecia ninguém.

— Ariel, que delícia, porra… que delícia. — ela falou me beijando na boca.

Eu estava me sentindo num rodeio com a montada dela, o problema era que eu acho que não ia durar nem os oito segundos…

— Malu! Caralho que delícia. — falei mordendo o ombro dela e pensando no 7x1 que tomamos em casa contra a Alemanha para manter a concentração longe do gozo, mas tava foda segurar.

— Annnn annnnn Ariel, vou gozar. — ela avisou então me soltei.

— Eu também, porra. — Ela caprichou no rebolado e gozamos juntas, beijando na boca bem gostoso, ainda dentro dela e com o vibro ligado. — Caralho que trepada.

— Uma rapidinha turbo. — ela saiu de cima de mim e se ajeitou o melhor que deu.

— Bora pra casa. Bora ver se como isso fica combinado com o nosso lub de jambu.

Ela disse piscando para mim que sorri de volta… Como sou louca por essa safada fogosa.

Texto por: Madame Te

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