Conto Erótico - Coração na Buceta

Conto Erótico - Coração na Buceta

Um barzinho babadeiro aqui na minha cidade ia comemorar o dia do orgulho com chopp em dobro pra galera LGBTQIAPN+ no happy hour. Gaylera reunida e chopp em dobro? Tá pra mim.

Cheguei mais cedo que as meninas porque saia do meu trabalho antes e aproveitei para observar a fauna local. Tanta gente bonita! Tinha umas gatas lá belíssimas pra observar.

Tinha me sentado numa mesa na calçada e vi um grupo de motoqueiras chegando. É motoqueira ou motociclista que fala? Enfim… Adorei o estilo delas, coturno, jeans apertado, camisetas, jaquetas… ui.

Uma delas me chamou a atenção de um jeito que sei lá, é como se tivesse tocado minha campainha e eu não tô nem falando da porta de casa, tá? Porra… Quando ela tirou o capacete e ajeitou o cabelo deu pra ver a tattoo no braço dela. Ela sorriu para uma das amigas e puta que pariu. Um tiro teria tido menos impacto no meu peito. Vislumbrei nós numa sala confortável com uns três gatos, eu lendo um livro e ela deitada no meu colo, Ana Carolina tocando ao fundo… Samambaias nas janelas… Aliança no dedo… Para tudo. Acho que fiquei encarando ela demais porque percebi que ela olhava fixamente pra mim, mas não sorria.

Caprichei no meu sorriso e ergui meu copo, um brinde e um convite silencioso. Ela olhou para mim por mais um momento e fez um aceno tão discreto com a cabeça que poderia ter sido impressão minha. Comecei a devolução mental dos gatinhos adotados e mudei a trilha sonora, lamentando a perda do mais novo amor da minha vida.

Pedi outro chopp e para meu espanto e deleite a bonitona sentou na minha mesa sem mais nem menos, sem pedir permissão ou perguntar se eu estava sozinha. Decidida e certeira. Meu tipo de mulher.

Um momento de silêncio e quando o garçom apareceu ela pediu:

— O mesmo para mim, por favor. — Ela ficou olhando para mim, em silêncio, observando e eu pensava em algo espirituoso para dizer, mas era difícil raciocinar enquanto eu decidia se no nosso casamento teríamos frésias ou amor-perfeito na decoração. — Eu conheço você? — ela perguntou rompendo o silêncio.

— Com certeza não, eu me lembraria de você. — respondi.

— Hum, é que você estava me olhando e eu fiquei com a impressão que já te vi em algum lugar. — ela disse me observando atentamente. —  Será que foi dos meus sonhos?

Meu mundo caiu. Isso era uma cantada, era sim! Atenção destino: ela sentiu o mesmo que eu. Consultei mentalmente meu limite do cartão, não daria pra gente passar a lua de mel em Mykonos como essa deusa grega merecia, mas Canoa Quebrada eu garanto.

— Se for sonho não me acorda, por favor. — respondi.

—Viver é melhor que sonhar, bb. — o garçom trouxe o chopp dela e ela ergueu o copo num brinde. — A esse bom momento.

— E ao futuro.

A gente ficou por ali batendo um papo gostoso, ela se chamava Déia e eu falei que me chamava Mel. A Déia era muito espirituosa e quando as meninas chegaram, se enturmou bem com todas e num certo momento falou:

— Vou deixar você curtir suas amigas. — eu devo ter feito uma cara tão desconsolada que ela fez uma sugestão. — ou pode vir comigo e conhecer as minhas amigas, que acha?

— Tudo. — respondi ficando de pé e indo com ela.

Ela apontou pra onde as amigas estavam, elas se destacavam entre a galera. Mas ela não me conduziu pra lá e sim pra fora, pra área do estacionamento onde ela tinha parado a moto.

— Quero só pegar o carregador do celular que deixei na bag.

Acompanhei, ela se encostou na moto e me puxou pra um beijo e senhoras e senhores… QUE BEIJO. Ela beijava massageando minha nuca, a coxa entre minhas pernas, me puxando pra ela de um jeito safado que fazia meu grelo encostar nela. Rebolei e gemi gostoso. Annnnnnn.

— De zero a dez quanto é a chance de você desistir do chopp e vir comigo?

— Onze. — falei passando a mão nos peitos dela de leve, ela me entregou um capacete e me ajudou a colocar, passando os dedos na minha pele. Ela montou na moto e eu atrás dela.

— Segura firme. — Déia falou e eu obedeci, apertando ela na cintura e encostando o rosto nas costas dela, passando os dedos pelas coxas e dando uma tocada de leve no grelo.

Déia não me perguntou nada, me levou pra um motel e quando entramos no quarto ela tirou minha roupa, me beijando em silêncio e quando ela ficou nua na minha frente… Um espetáculo digno de aplausos. E minha xereca aplaudiu.

Me deitei na cama e Déia veio por cima de mim, beijando minha boca de um jeito bom, as mãos pelo meu corpo todo, tocando seios, costelas, coxas e bunda.

— Nossa… que delícia. - falei quando ela sugou meu seio, mamando gostoso, mordiscando de leve, sentindo o mamilo ficar duro e a minha pele arrepiar.

— Vira de costas, gostosa. — ela falou  e eu virei, sentindo a frieza do lençol no meu rosto.

Déia passou a se dedicar agora às minhas costas, cada pedaço, cada curva, cada centímetro de pele exposta. Minha xereca implorava pelo toque dela, eu estava ardendo de tesão e ela postergava o momento, estendendo as preliminares, querendo me deixar louca e a beira de conseguir.

Quando chegou na minha bunda, abriu e meteu o rosto ali, inspirando. Foi tão sensual, foi tão sexy, que senti o grelo pulsar. Ela lambeu meu rego e enfiou a língua no meu cu.

— Ah meu Deus. — falei sentindo o coração disparado, sentindo o corpo formigar.

Déia enfiava a língua no meu cu e os dedos dentro da minha xota. Estava melada, entrou fácil e gostoso. Elas esfregou meu grelo de um jeito tão bom… Eu rebolava embaixo dela, tensa, gemendo, curtindo tudo.

— Ahhhh Déia… Tão bom, não para. — falei ouvindo o som da boca dela no meu corpo e sentindo uma pressão na cabeça como se estivesse subindo até as nuvens dentro de um avião.

Sem dizer uma palavra ela me virou de barriga pra cima e lambeu meu grelo, chupando, a língua macia, morna e úmida de tanto prazer.

— An an an an — eu gemia e rebolava, sentindo o gozo se formar por todo meu corpo, vindo de todas as partes.

Olhei pra ela e vi ela numa siririca nervosa enquanto com a outra mão massageava meu ponto g e com aquela boca deliciosa sugava meu grelo.

Minha respiração se tornou mais alta e ofegante, meu corpo todo tremia e formigava. E de repente senti como se estivesse a beira de um precipício e pulasse: uma sensação de mergulhar no desconhecido, no gozo mais intenso da minha vida.

— Tô gozando, tô gozando… Não para. — falei sentindo a intensidade do momento e curtindo a queda, até ter de novo a compreensão física de que estava numa cama.

Vi Déia me olhando e ela veio me beijar. Um beijo com gosto do meu gozo, com gosto de prazer.

— Gozou, gostosa? — Ela perguntou subindo em mim encaixando a xota na minha e começando rebolar.

Eu estava sensível e curti o jeito que ela me comia toda mole e gozada. Déia rebolava indo e vindo, cada vez com mais urgência.

— Porra, que bucetainha gostosa… — ela falou segurando minha coxa e levantando minha perna, mordendo a panturrilha, me fazendo rebolar embaixo dela. - Isso, safada, rebola vai. Rebola pra mim, - ela falou dando um tapa na minha coxa.

— Annnnnn. Déia. — falei gemendo e senti ela intensificar o movimento dela, olhando pra mim e dizendo:

— Vai safada, rebola, não para. Vou gozar… — continuei rebolando, sentindo se esfregar em mim cada vez mais rápido até ficar inerte e se deitar ao meu lado. Meu coração tava batendo pela buceta. Nunca tinha sentido tanto tesão na vida.

— Seu nome combina com você. — Déia falou acariciando meu cabelo e meu ombro.

— Você acha? — perguntei.

— Sim, você é doce como mel e lambuza a boca. Gostei pra caralho. — ela disse me fazendo sorrir.

— Que bom que gostou. — falei com sinceridade porque pra mim tinha sido ótimo.

— Sério, tua buceta e água eu passo uma semana. — Déia falou.

— Eu topo. — falei atrevida.

— Então vamos começar.

Déia falou subindo em mim de novo e voltando a me beijar. Ao longe eu ouvia os sinos de casamento, mas agora eu só ouvia meus gemidos e ela me chamando de safada.

Equilíbrio é tudo, você não acha?

Texto por: Madame Te

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