conto erótico Festival de Oral - Ilustração de duas mulheres abraçadas, curtindo um show de musica

Conto Erótico - Festival de Oral

Se tem uma coisa que eu gosto são os festivais, eles proporcionam experiências únicas e acho muito enriquecedor culturalmente, eu ia em todos que conseguia e esse ano não seria diferente. Parcelei meu passaporte de entrada, arrumei um hostel da hora pra ficar, separei minha mochila e partiu Rollapalooza, digo, partiu festival.

No comecinho da noite, reparei numa gata, mas tão gata, mas tão gata que com certeza ela não falava: miava. Olha só aquele rabo de cavalo! Aquele shortinho enfiado na bunda. Comecei ter pensamentos impuros e me peguei pensando: será que a gata curtia mulher?

Fiquei por ali curtindo o show e observando ela. Vi um cara chegar nela e trocar uma ideia, a mana agarrou o bofe e deu um beijo nele com tanta fome que parecia que iria engolir ele. Eita como é gulosa.

Mas não rolou nada, o cara deu uma insistida, mas ela não deu mais moral. Nisso chegou uma outra gata e ela beijou também. Ah não, vou chegar nela também.

— Onde pega senha? — perguntei e ela:

— Senha?

— É. — respondi - tava vendo você distribuindo beijos, também vou querer.

Ela riu com vontade, me encarando e dando de ombros, fazendo que não com a cabeça:

— Você perdeu, distribui as senhas mais cedo. — ela respondeu piscando, tirando todo o peso da negativa.

— E agora eu fico como? — insisti.

— Fica no vip. — ela falou me agarrando pelo pescoço e me beijando também.

A gata tinha uma língua que vou te falar. Me deixou dura pensando no uso dela em outro lugar. Que boca gostosa. E a bixa era ligeira porque ao mesmo tempo que me beijava, colava o corpo dela no meu de um jeito que eu juro que senti que ela tinha um piercing no mamilo. Ela era fogosa demais.

— Porra. — falei interrompendo o beijo.

Ela sorriu passando as mãos nos meus braços e me disse:

— Sabe que quem tem pulseira pro vip tem benefícios né? — a música tava alta e a gente quase gritava, mas ninguém prestava atenção, todo mundo curtindo seu show.

— E quais são os benefícios? — perguntei e ela pegou meu pau por cima da saia, alisando com os dedos.

— Você pode entrar onde quiser. — ela respondeu e eu pulsei. Que mulher safada. Gosto assim.

— Vem comigo. — falei saindo e ela me acompanhou, segurando meu pulso. Eu abria caminho e ela vinha colada em mim, paramos pra nos beijar algumas vezes, descobri que ela estava com uma galera e que podia chamar ela de Mica.

Chegamos num lugarzinho mais afastado, encostei no alambrado e voltamos pra pegação. Mica chupou meu pescoço e meteu a mão embaixo do meu cropped e alisava meus peitos, senti os mamilos acenderem como faróis. Ela começou chupar eles, um de cada vez, segurou os dois com as mãos e meteu a cara ali, lambendo e chupando.

Minha pica pingava. Eu apertava a bunda dela e adorei enfiar meus dedos dentro da xota dela e sentir meladinha. Alisei o grelinho e ela gemeu:

— Annnnnn Dora, que tesão. — Ela falou metendo a mão embaixo da minha saia e alcançando a pica, puxou minha calcinha e pôs pra fora. Mica se agachou na minha frente e meteu minha pica na boca, sem inibição nenhuma.

Eu olhava em volta, algumas pessoas observavam enquanto passavam, mas para ser sincera, isso me dava ainda mais tesão.

E a menina mamava igual uma bezerra. Sério. Ela engolia tudo, massageando as bolas esfregando a pica nos lábios como um batom. Eu pingava na boca dela e ela levantou para me beijar, eu senti o gosto da minha lubrificação, misturado com a saliva dela e não sei como não urrava de desejo pois me sentia uma loba nessa noite.

— Me chupa também. — ela falou e eu me abaixei. Ela estava de short, então para chupar ela eu teria que tirar, achei complicado a mana ficar nua e disse isso para ela. — Além de gostosa, você é esperta, complicado mesmo, mas faz o seguinte, me dá tua saia que eu te dou meu short.

Ela foi para trás de mim, ficando entre eu e o alambrado e me passou a saia, eu vesti por cima do short, tirei e dei pra ela. Num minuto ela voltou para minha frente e eu me abaixei para chupá-la encontrando uma bucetinha melada, cheirosa e pelada, porque a safada já tinha tirado a calcinha.

Eu abri a bucetinha dela com as mãos e mamei o grelinho dela bem gostoso, ela rebolava na minha cara e eu enfiava os dedos dentro dela, tocando o ponto G e mamando… sentindo o gosto dela na minha língua e curtindo, chupando cada parte daquela buceta, apertando a bunda dela. Suguei o grelo dela e ela segurou minha cabeça ali, rebolando na minha língua, não era possível ouvir Mica dizer nada, mas sei que ela gozou, ela pingava nos meus dedos e na minha boca, me levantei e nos beijamos.

— Caralho, que gozada. — Mica disse pegando novamente meu pau e agora me punhetando. — Eu tenho camisinha aqui, me come? - perguntou beijando meu pescoço e porra, como eu queria entrar nela.

Ela botou a camisinha no meu pau e se virou de costas, empinando a bunda para mim. Eu entrei na bucetinha melada dela e tive que parar por um minuto porque porra, era tanto tesão que fiquei com medo de dar duas pedaladas e escapar a corrente.

Mas a bixa era danada e começou ir e vir, eu fiquei parada, segurando o quadril dela e ela indo e vindo na velocidade cinco do créu.

Eu ofegava, doidinha de tesão, a mão procurando e encontrando o grelo dela para siriricar enquanto ela me dava, e do nada, do nadão, uma mulher se aproximou de nós e sem dizer nada, puxou o shortinho dela de lado, expondo a xota. Era de um tecido molhinho, não foi difícil.

A estranha nos observava siriricando, e Mica se inclinou para ela, que se aproximou mais, abrindo a bucetinha com as mãos. Mica começou mamar a estranha enquanto rebolava na minha pica. Minhas bolas estavam começando ficar doloridas de tanto tesão. A estranha me encarava, passando as mãos nos próprios seios e colocando uma nas costas da Mica, eu toquei a mão dela e ela segurou meu pulso, olhando para mim.

Mica saiu de mim e nos puxou, ficamos lado a lado e ela começou alternar as chupadas, chupando eu e a estranha, era um festival de oral e eu beijei aquela mulher que não sabia o nome, mas dividia aquele momento delicioso comigo.

Senti que ia gozar e afastei Mica de mim, tirei a camisinha e gozei nas mãos dela, mas não adiantou nada, porque ela lambeu os dedos de um jeito tão safado, que eu e a estranha estávamos hipnotizados.

Ela voltou a chupar a moça e eu, depressa, me juntei a ela, nossas línguas se tocando no grelo da moça num tipo de beijo que até então eu só havia imaginado. Mica enfiou os dedos na moça e socou com vontade enquanto eu mamava aquele grelo gostoso, ela gozou arrumou o shortinho e saiu tão do nada quanto tinha chegado.

Nos levantamos e Mica me beijou, perguntando se eu queria voltar pra onde tava a galera ou ficar ali.

— Vamos voltar, tomar uma água, depois, se você quiser, voltamos para cá.

— Vamos sim, gostei de você Dora. E aproveito para te apresentar meu namorado.

— Namorado? — perguntei porque essa me pegou de jeito.

— Não te falei? Eu namoro. Você vai adorar ele, ele é um amor.

Fui acompanhando aquele furacão em forma de mulher que era a Mica e pensando que as pessoas estavam certas: ir a festivais proporcionavam experiências únicas. Sejam do tipo que fossem.

Texto por: Madame Te

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1 comentário


  • Dan Milena

    Molhadíssima com esse conto.


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