A minha namorada era bem adepta ao uso de brinquedos então a gente usava meu sugador em mim enquanto ela me comia bem gostoso. Eu gozava tanto! Meus squirts todos foram assim.
Mas quando ela não tava e o tesão batia, sempre ficava meio frustradinha porque, ou eu usava o vibrador, ou o sugador, os dois juntos não funcionava. Que martírio, quase uma Escolha de Sofia.
Só que hoje isso não era um problema porque a Pétala chegava a noite e eu queria transar até ficar com a xota assada. Falei isso pra ela que respondeu:
— Eu como xota crua, assada deve ficar melhor ainda.
Preparei a casa para receber minha amada, cervejinha na geladeira e minha especialidade pronta para ir ao forno: lasanha congelada. E o mais importante, eu nua em pelo sentada no sofá.
Pétala abriu a porta e sorriu ao me ver.
— Eu devia vir mais vezes pra sua casa. — ela disse entrando e me abraçando, eu a beijei e ela foi ao quarto deixar a mala.
— Você nem deveria ir embora. — Falei entregando a ela uma cerveja que eu tinha aberto, ela tirou o tênis e a meia, o jeans e eu pude perceber o pau dela durão na calcinha. Enchi a mão de rola e falei — feliz em me ver, é?
— Muito. Mas para de assanhamento, deixa eu chegar, Sheila.
— Ué, vai negar pau? Bora por essa rola pra jogo. — falei ajoelhando e chupando ela bem gostoso.
Pétala segurou minha cabeça, curtindo por um momento, mas se afastou. Fiz beicinho e fiquei com cara de triste.
— Sério. Espera um minuto, tenho um presente para você.
Bati palmas animada, adorava ganhar presente. Ela abriu a bolsa, retirou uma caixinha e me entregou, se sentou em uma poltrona no quarto e esticou as pernas. Esperando eu abrir.
Sentei na cama e abri a caixa. Era um vibrador macio e gostoso de pegar, de um lado, um sugador e do outro uma parte penetrável.
— Lindo, parece com o que eu tenho. — falei pra ela ligando os botões e experimentando as intensidades no dedo.
— Parece mesmo, mas tem um detalhe nele que vai fazer toda a diferença. — ela falou.
— O quê é? — perguntei curiosa.
— Ele vira e você pode usar as duas partes de uma vez. Não era isso que você falava que queria quando eu não estivesse aqui?
— Era. — falei sorrindo imaginando o potencial.
— Então você vai deitar na sua caminha, fingir que eu não tô aqui e vai usar seu brinquedinho enquanto eu assisto, tomando minha cerveja e batendo minha punheta. — fiquei olhando para ela, que deu um tapa na minha coxa e foi se sentar. — Vai, tô esperando.
Me deitei e abri as pernas, eu olhava para Pétala e tocava meu corpo, acariciando os seios e depois a xota. Como prometido, ela tomava a cerveja e me assistia com o pau na mão. Peguei meu toy novo e liguei as duas partes, não foi difícil e de repente eu tinha o mais potente rabbit em minhas mãos.
Eu tentava manter os olhos abertos para ela, mas eu fechava às vezes, perdida nas sensações.
— Caralho. — A sucção era intensa e combinada com o ritmo da parte vibratória eu sentia o corpo pulsar, sentia a pele morna.
As duas sensações combinadas eram quase boas demais, era como se meu corpo não fosse suportar e eu fosse me desfazer numa explosão estelar: uma supernova de tesão.
O gozo veio, rápido e intenso. E daquela forma que só quem viveu sabe, um outro se formava no meu âmago antes do primeiro acabar. Orgasmos múltiplos. Como eu amo essa sensação.
— Annnn annnnn porra. Annnnn. — eu gemia com as pernas muito abertas, segurando o vibrador e mexendo ele para intensificar a sensação.
Gozei de novo, o corpo numa sensação de latência, como se flutuasse. E eu fechei os olhos. Entregue ao momento.
Pétala se aproximou de mim e deu o pau pra eu chupar, pegando o vibrador e ligando novamente.
— Só mais uma vez, vai. — ela pediu.
Eu mamava ela que usava o vibrador em mim. Ser fodida por um vibrador manuseado por Pétala era uma coisa visceral. Enquanto eu diminuia a intensidade quando tava tudo muito forte, ela intensificava, enquanto eu afastava e voltava, indo e vindo, ela só parava ao me ouvir gritar de prazer.
E foi o que aconteceu agora.
Eu chupava, mamava e ela me fodia mais e mais com o vibrador. Agora eu não conseguia controlar a intensidade e quando o gozo veio eu só me tremi com a boca cheia de rola, mamando com força.
Pétala não parava, não dava tempo para eu me recuperar e eu sentia meu ventre se contraindo, sentia como se eu estivesse deliciosamente fora do controle do meu corpo. Tirei o pau dela da boca e comecei a punhetar, olhando para ela e respirando forte, arqueando o corpo numa angústia de tesão.
— Ah ah ah annnnn annnnn. — segurei a base do pau dela e esguichei num squirt longo e molhado, sentindo o lençol ensopado embaixo da minha bunda, trêmula, o coração disparado.
— Caralho. Vem cá, safada.
Pétala sentou e me puxou pra cima dela e eu sentei gostoso, mas foi duas pedaladas e escapou a corrente: ela gozou, se despejando dentro do meu corpo ainda quente e molhado pelo meu gozo.
— Gozei! Gozei. — Pétala falou e nos deitamos juntas, abraçadas, curtindo o momento de cumplicidade. — Tá aprovado o brinquedo novo?
— Meu lençol que o diga. Olha que bagunça. — falei rindo.
— Bagunça boa né? — ela falou e eu concordei com a cabeça. — Quantos lençóis você tem? Tô pensando que esse fim de semana você vai precisar de vários.
— Vou é comprar uma capa impermeável, isso sim. — falei dando um tapa na coxa dela e mamando aqueles seios deliciosos. - Adorei meu presente.
— E eu adoro você. — ela disse me beijando e se levantando para ir ao banheiro, eu fiquei mais um tempinho deitada antes de ir atrás dela.
Ah, como é bom essa conexão entre duas mulheres que se amam e um toy completão.
Texto por: Madame Tê
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