Conto Erótico - Siririca Entre Amigas

Conto Erótico - Siririca Entre Amigas

Oito de março. Dia da mulher. Um dia especial para nós e particularmente especial para mim, já que é meu aniversário! E esse ano a comemoração com azamigas seria a mais especial de todas já que há pouco tempo eu havia passado pela cirurgia de redesignação sexual e tecnicamente já estava liberada para transar.

As meninas acompanharam todo o processo e me deram todo apoio, eu me sentia bem, me sentia feliz e quando elas cantaram um “aha uhul, eu vou comer seu… bolo” pensei novamente que agora que me sentia prontíssima para um date.

— Amiga, eu não vejo a hora de pôr o prikito pra jogo. Numa sede aqui que chega tô com calor. — Falei pras duas. - Precisando muito dar uma sentada e gozar… Já faz 84 anos.

— Pois sente na minha cara, Isadora, que a gente resolve isso ainda hoje! — Leda falou piscando para mim por cima da sua caneca de chop, eu ri e fingi costume, mas meu mamilos ficaram durinhos com o pensamento e possibilidade.

— Fica aí falando que você vai ver se eu não te pego. — Brinquei não tão brincando, assim, para testar a reação dela.

— Que delícia, pode ir me botando. — Anita emendou. — Se vai ter pegação entre amigas, também quero.

— Comemorar o dia das mulheres beijando mulheres. — Falei sorrindo para elas e levantando meu copo para um brinde.

— Um brinde a amizade e a pegação entre amigas!

— Cheers!

A noite estava deliciosa e quando decidimos encerrar, fomos ao banheiro antes de pegar o uber. E foi aí que as coisas começaram esquentar de verdade. Leda beijou Anita enquanto eu fazia xixi, eu estava ali ao lado e senti tesão observando as duas se beijarem. Peitinho na mão, mão no peitinho e eu sentindo o prikito pulsar.

Apesar de observar com tesão, não me passou pela cabeça me unir a elas e dar um beijo triplo, no momento eu era uma espectadora vip, mas não por muito tempo.

— Vem cá, o aniversário é seu, você que tinha que estar ganhando beijos. — Anita falou me estendendo a mão e eu só fechei os olhos e me joguei. Nos beijavámos demoradamente, o tesão tomando o lugar de um beijinho entre amigas. Leda pegava minha bunda e eu segurava o rosto dela durante o beijo, Anita subiu minha blusa e lambeu meus seios, passando os dentes nos mamilos e me fazendo gemer.

—Ãnnnnn tão bom.

— Bora pra minha casa? — Anita perguntou e Leda assentiu ajeitando a própria roupa e ajeitando a minha também. Eu sentia meu corpo vibrando com a atenção das duas gostosas e queria mais, chamamos o uber e o trajeto pareceu levar horas ao invés de minutos.

A gente se comportou bem, dando apenas uns beijinhos que o motorista fez questão de ignorar. Subimos para o apê da Leda e ela pegou um vinho para nós que, brindando a amizade, bebemos falando sobre a noite e como tudo tinha sido gostoso.

— E vai melhorar ainda mais. — Anita falou se inclinando para mim e me beijando. O beijo dela tinha sabor de vinho e safadeza. Perfeito.

Leda se aproximou e vamos de beijo triplo. Eu curti pra caralho as línguas delas juntas em mim. Senti mãos puxando minha roupa e, de olhos fechados, eu puxava a roupa delas também. Ficamos nuas na sala mesmo, os corpos mornos, com tesão se esfregando e se curtindo.

Me deitei no sofá e senti as línguas delas percorrendo meu corpo, seios… braços, barriga, coxas e enfim, meu prikito. Que delícia. Uma sensação totalmente nova e ao mesmo tempo tão conhecida. Tesão. Desejo. Prazer.

— Hãnnnnn — Gemi enquanto sentia línguas e dedos me penetrando. Meu coração disparou, minha respiração se tornou ofegante mas elas se afastaram de mim e Leda disse:

— Fica de pé Isadora. — E eu fiquei. Elas voltaram a me beijar, e se ajoelharam, uma atrás de mim e outra na frente.

Leda chupava meu grelo e acariciava meu prikito, enfiando os dedos dentro de mim e enquanto isso Anita abria minha bunda lambendo meu cuzinho e enfiando um dedo gentilmente dentro de mim. Era prazer demais, tesão demais e eu percebi que ia gozar.

Meus seios durinhos, as coxas trêmulas, uma sensação de que eu ia desfalecer, mas não, era um gozo delicioso, forte e longo. Eu rebolava entre elas, segurando os cabelos delas, gemendo baixinho. Meu espírito demorou para voltar pro corpo e quando finalmente abri os olhos encarei elas que se beijavam, chupando a língua uma da outra, dividindo o sabor do meu corpo, do meu gozo.

Anita se deitou e abriu as pernas, chamando nós duas com o dedo. Leda me beijou e foi em seguida beijar Anita. Eu cai de boca naquele prikito gostoso, abrindo ela delicadamente, beijando devagar a príncipio e depois com mais intensidade.

— Nossaaaaa… — Ela gemeu e eu continuei com a chupada que mais parecia um beijo de língua. Se buceta não fosse para ser beijada, não teria lábios, não é mesmo? E eu lambia e chupava, esfregando a lingua, sugando o grelo, ouvindo Anita ofegar com a voz abafada já que chupava Leda que estava sentada na cara dela observando a chupada que eu oferecia a nossa amiga.

Leda rebolava na cara da Anita enquanto eu a chupava de olhos bem abertos para não perder nada daquele show delicioso. Me sentia com tesão de novo e me ajeitei sobre a bucetinha aberta de Anita, grelo com grelo, rebolando e sentindo nosso mel escorrer e se misturar, o cheiro de cio e os gemidos abafados.

Beijei Leda segurando ela pela nuca, ela mudou o ritmo da rebolada, percebi que ia gozar e ouvi ela dizendo:

— Ah… tô gozando, porra! Que delícia.

Saiu de cima da língua da Anita e beijou ela novamente, chupando a língua dela, os lábios, o queixo, como se tivesse sede e precisasse daquele suco de buceta para se saciar.

Senti Anita segurar minhas coxas e rebolar com mais força. Ela se preparava para gozar e eu sabia que iria gozar também.

— Ãnnnnn ããããããñnnn. Quase… Tô gozaaaaando.

O corpo dela relaxou embaixo do meu e com Leda mamando meus peitos, gozei novamente, uma explosão de prazer que fez meu corpo todo vibrar.

Nos deitamos juntas no sofá, os corpos se tocando nus, as mãos dadas. Beijos no pescoço, mãos bobas pelo corpo.

— O aniversário é seu, mas nós que ganhamos presente, Isadora. — Anita falou acariciando meu cabelo.

— Foi mesmo. — Leda concordou.

— O presente foi para nós três pelo dia das mulheres!  Dispensa as flores e sirva orgasmos! — Eu falei.

— Bora. Bora que a noite tá só começando.

Fechei os olhos e agradeci a sorte de ter amigas tão boas.

Texto por: Madame Tê

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