Conto Erótico Suguei a Sugar Mommy. Imagem criada através de IA mostrando duas mulheres jantando, uma ao lado da outra. Uma veste uma camisola de cetim e a outra um terno social.

Conto Erótico - Suguei a Sugar Mommy

Se eu estou sendo mamada, digo, mimada, foi porque eu me-re-ci! Gente, sério, depois que eu recebi a atenção de uma sugar mommy eu não quero outra vida. E o que já era bom só melhorou quando percebemos que a dominatrix que habitava nela combinava perfeitamente com meu espírito submisso! Credo que delícia.

Não bastava a diva pagar minha facul, me encher de mimos, ainda transava gostoso. Mas também, uma mulher com aquele poder babilônico! Que mulher, meus amigos, que mulher. Meu telefone tocou, era ela.

— Maiara? Se prepara que eu estou chegando e hoje irei lhe usar. — foi só o que ela disse e desligou.

Tirei minha roupa correndo, entrei no banheiro mais rápida que um raio e joguei uma água no corpo pra ficar fresquinha. Um splash com cheiro de frutas vermelhas pra mommy chupar meu priquito como se fosse uma melancia, um laço preto no pescoço pra ficar bem gatinha.

Ouvi o clac clac do salto dela no corredor e a chave na porta, só isso já era suficiente, pra meu grelo pulsar de felicidade. Quando Vanessa abriu a porta e entrou, me viu de joelhos, as mãos espalmadas nas pernas, toda mansa.

— Fala pra mim o que você é! — Vanessa disse com a voz firme e calma de quem sabe e é acostumada a dar ordens e ser obedecida.

— Eu sou uma rata, senhora! — respondi com a cabeça baixa, sem olhar ela nos olhos, adorando o joguinho de poder, o teatrinho de antes da foda.

— Isso mesmo, você é uma rata e sabe o que você vai fazer agora? — ela perguntou.

— Não, senhora. — respondi humilde.

— Você vai me carregar. — ela se aproximou e passou as mãos no meu cabelo. — pro quarto e vai mamar sua mamacita bem gostoso.

— Sim senhora. — respondi ficando de pé e pegando ela no colo e indo pro quarto que felizmente, era perto.

Deitei ela na cama e tirei peça por peça da roupa dela, deixando o salto alto por último. Adorava ela de salto. Tirei e beijei os pés dela, a parte de cima e a sola, esfregando eles no meu rosto, chupando os dedos sem pressa.

— Isso, faz assim… Gostosa. — Ela disse suspirando e colocando as mãos atrás da cabeça, para poder ver o meu show.

E se era um show que ela queria, um show ela teria. Fiquei de pé em frente a ela, passando as mãos pelo meu corpo e ondulando meu quadril. Apertei o bico dos meus peitos, virei de costas pra ela e rebolei como uma boa discípula da Anita.

— Safada. Vem aqui vem, chupa sua dona. — E eu sou doida de desobedecer uma ordem dessa?

Subi em cima dela, beijando ela na boca, mordendo o lábio, cheirando o pescoço… Descendo devagar até chegar nos seios e meter minha cara ali naquele paraíso. Mamei a mommy gostoso ouvindo ela gemer, sentindo os bicos dos peitos dela ficarem durinhos e depois de lamber, assoprei antes de puxar levemente com os dentes.

— Annnn Maiara… Eu quero gozar. Dê o seu melhor. — ela disse passando a mão pelo meu rosto.

— Sim senhora, mamacita. — respondi descendo pela barriga, lambendo e mordendo cada curva daquele corpo gostoso.

Abri as pernas dela e antes de chupar, inspirei o aroma daquela xota, uma sommelier de prikito curtindo o buque antes de se embriagar. Lambi o grelo devagar, quase reticente, quase sem querer, apenas para sentir ela empinar o quadril na minha cara e esfregar aquele xoxotão no meu rosto.

Lambi cada parte daquela mulher, chupando, esfregando os dedos, sugando os sucos bucetônicos que escorriam daquela deliciosa gruta do tesão. Enfiei meus dedos dentro dela, os dedos curvados para massagear o ponto g e ouvi a respiração dela mudar, ficar mais ofegante, percebi ela encolher as pernas, as coxas trêmulas.

— Não para… não para, porra! — ela mandou e eu mandei ver na mamada da mamacita. Eu enlouquecia vendo aquela puta mulher poderosa e gostosa sucumbir de tesão na minha língua. Delícia demais. — Annnn annnnn isssoooo tô gozando! Tô gozando!

Senti o gozo dela escorrer e lambi tudo, matando minha sede e sentindo meu grelo pulsar. Passei os dedos na minha xota úmida, quente e sorri, pedindo:

— Essa rata se comportou bem, senhora?

— Muito bem. — ela respondeu, uma visão renascentista nua e gozada na minha cama.

— Então eu mereço gozar? — perguntei beijando o pescoço dela. Vanessa deu uns tapinhas ao lado dela e me chamou com os dedos:

— Deita aqui, deita.

Deitei e ela levantou indo até meu guarda-roupa onde guardávamos os nossos brinquedos. Voltou com a varinha, um gel e um vibro duplo vestível que eu A-MA-VA. Colocou os brinquedos ao meu lado na cama e pediu:

— Vem aqui bem para a beira da cama e abre as pernas pra mim.

Obedeci e ela pingou o lub direto no meu grelo, suave e fresco na minha pele. Abaixou o rosto e lambeu, uma, duas vezes e depois chupou brevemente erguendo o corpo e ligando a varinha já na terceira vibração e tocando meu grelo, encolhi as pernas gemendo.

— Annnnnn — ela deu um tapa na minha coxa e disse:

— Paradinha. Parada, se não, não uso esse microfone para fazer sua buceta cantar.

— Por favor… — implorei dando meu melhor para ficar parada. Ela era malvada suficiente para me botar de castigo, negando o gozo por um longo tempo, longo o suficiente para me fazer gritar e implorar de tesão. Mas hoje não, eu precisava muito gozar.

— Isso mesmo. Mansa e obediente. Quer gozar? — ela perguntou esfregando o microfone num ritmo gostoso no meu grelo e eu parada e calada fiz que sim com a cabeça. — É assim que você gosta? Quando a mamacita faz carinho em você? — Fiz que sim mais uma vez sentindo o gozo se aproximar.

A intensidade do tesão que eu ficava com nossos joguinhos e a vibração gostosa da varinha na minha xota eram uma combinação explosiva e eu sentia o gozo vindo… as extremidades do meu corpo formigando, tudo convergindo para o meu ventre para que eu explodisse com um vulcão em chamas!

— Ah mamacita! Gozei! Gozei! — falei sentindo o coração disparado.

— Vira de costas. — Vanessa disse imediatamente e eu virei e esperei.

Vanessa subiu em mim e meteu, estava usando o dildo duplo vibratório. Ela mordia minhas costas e minha nuca, metendo forte e fundo, me fazendo gemer baixinho embaixo dela.

— A gatinha gosta assim? Com força? — ela perguntou.

— Sim, simmmm — gemi em resposta sentindo ela pôr as duas mãos na minha garganta e levantar meu rosto.

— Gostosa. — Falou sem parar de meter, depois me beijou e cuspiu na minha boca. Lambi tudo sentindo meu corpo incendiar. — Vagabunda. — falou batendo forte na minha bunda e eu gemi de novo, louca de tesão. — Mamacita quer gozar de novo. Vira.

Virei de barriga pra cima e ela colocou minhas pernas no pescoço dela e pro meu desespero, a varinha no grelo.

— Ah meu deus, eu vou explodir assim. — falei, me sentindo até fraca de tanto tesão. Puta que pariu, que foda.

— Cala a boca e goza, sua safada. Goza pra mamacita. — Vanessa falou e eu cheguei a prender a respiração.

Era muita intensidade, muito tesão. Ela com dois vibros a própria megazord da foda e eu senti o gozo vindo novamente, mais forte dessa vez e foi gozando com o corpo completamente trêmulo tal qual um pinscher raivosa que gozei novamente.

— Gozei! Gozei… — falei deixando a voz morrer num suspiro.

Vanessa deixou minhas pernas caírem e meteu forte, gozando logo em seguida e se deitando sobre mim, em silêncio por um momento. Eu curtia a vibe, a alma voltando pro corpo depois do melhor gozo da minha vida e então ouvi Vanessa dizer:

— O que você é?

— Sou uma rata senhora.

— E agora você vai me dar um banho…

É, eu era uma rata. Mais amada e mimada do que a Minnie.

Texto por: Madame Te

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