Conto Erótico Faculdade do Prazer

Conto Erótico - Faculdade do Prazer

Era noite de apresentação de TCC na Universidade EsPAUdual das Xoxotas Molhadas, uma universidade para todes.  Alguns alunos  consultavam anotações, outros preferiam estudar em grupo: 

– Ãããã... ããããã... Vou gozar ... Tô gozando! Assim, assim...  Chupa meu grelo... Mama...

A caminho da sala onde os alunos se submeteriam a banca avaliadora, a Professora Maria dos Prazeres passou pelo trisal e sorriu. Pena que como as aulas eram a noite, ela não havia conseguido ver mais que a silhueta dos alunos, pois pelo visto eles estavam levando a sério o estudo em grupo já que mesmo na penumbra ela podia muito bem ver que a jovem de saia levantada que gemia loucamente, rebolava na boca de um rapaz enquanto batia uma punheta para o outro.

Ela entrou na sala de aula onde os alunos defenderiam suas teses e se sentou junto as outras professoras. A dupla que iria fazer a apresentação oral era uma das que frequentavam suas aulas avançadas de Chupar Xoxota e já aguardavam as instruções:

– Espero que estejam preparadas. – Maria dos prazeres disse para Marta e Célia.

– Sim professora! – elas responderam.

– Lembrem-se que vocês serão avaliadas pela criatividade, além do desempenho. Trouxeram material de apoio? – A professora Paula Tejano lembrou.

A dupla mostrou seus dildos, strapons, plugs e lubrificantes numa mesa de cabeceira ao lado da grande cama que ficava diante da lousa da sala de aula.

– Nosso objetivo é avaliar a qualidade e intensidade  do squirt que vocês  conseguem proporcionar a colega. - A terceira avaliadora Ana Konda orientou.

– Nós somos Marta e Célia e vamos hoje fazer uma demonstração prática baseada numa extensa pesquisa de campo. O título da nossa apresentação é:  squirt, como transformar uma buceta num poço de tesão.

– Ótimo, comecem quando quiser. – A professora Maria dos Prazeres disse cruzando as pernas, a fenda da saia deixando as alunas apreciarem a liga de renda que ela usava. 

Célia e Marta foram para a cama entre sorrisinhos cúmplices, as mãos dadas, concentradas. Olharam uma para a outra e começaram se beijar. Marta parecia ansiosa e já passava as mãos pela bunda de Célia, levantando a saia e dando a professora uma visão privilegiada daquela raba de calcinha fio dental.  Célia abriu as pernas querendo ser tocada na bucetinha e elas estavam tão em sintonia que Marta percebeu sem que nenhuma delas precisasse falar nada. 

As professoras assistiam as duas mulheres se tocando, se pegando com força. As mãos nos corpos uma da outra e elas começando se despir. Célia tirou sua camisa e sua saia, ficando apenas de calcinha, sutiã e salto alto. Marta abriu a camisa e desceu a saia e já estava peladinha. A safada não estava usando calcinha e sutiã. Amarrou a blusa embaixo dos peitos, deixando eles balançarem livremente para fora. Célia se sentou na beirada da cama e puxou Marta para o colo, com a língua para fora, louca para chupar aqueles peitos deliciosos. Ela mamava os peitos e apertava a bunda da amiga. Elas rebolavam, as xoxotas se tocando, gemendo de prazer.

– Ãããããnnnn – Marta gemeu e olhou para as professoras. Maria dos Prazeres assistia a cena impassível, a caneta indo e vindo pelo seu caderno de anotações. 

– Isso sua safada, geme gostoso. – Célia falou, esfregando os dedos no grelinho da amiga. 

Deitaram-se na cama e se posicionaram para um 69 bem melado, rebolando uma na cara da outra, os dedos se enfiando no cuzinho e na buceta.  Marta fazia biquinho e sugava o grelo da amiga para frente e para trás, pressionando e lambendo. Os lábios chupando a língua e recebendo o impacto macio, fazendo Célia gemer.

– Ãããããñnnn ãããããnnnnnnn

– Que maneira de chupar um grelo! Nunca tinha visto igual. – Paula Tejano comentou com as colegas de banca.

– Marta, você, por favor, poderia mostrar a professora Paula um pouco da técnica que aprendeu nas nossas aulas de orgasmos múltiplos por chupada?

– Claro professora, será um prazer. – Marta falou limpando o canto da boca com uma cara safada. A professora Paula se aproximou, levantou a saia, Marta segurou os lábios da buceta da professora e mamou como estava fazendo com a amiga.

– Nossaaaa... Dá para perceber que você estudou. – Paula rebolava enquanto com a mão masturbava Célia que aguardava a continuidade do exame. – Está com a matéria na ponta da língua. HÃÂÂÂÂÂÂN... Que delícia. – Ela falou gemendo e saindo, voltando ao seu lugar, baixando a saia que usava.

Marta e Célia voltaram a chupada, mas foi por pouco tempo. Vestindo seu strapon e colocando o dildo duplo,  Marta ficou de pá ao lado da cama e fez sinal para Célia.

– Deita, minha safadinha, você vai esguichar mais que uma mangueira de jardim. – Ela falou colocando as pernas da amiga em seus ombros e puxando ela para baixo, metendo a parte maior do dildo duplo na xotinha melada e a menor esfregando o cuzinho. Metia rebolando na amiga, alternando movimentos rápidos e lentos, o quadril ondulando sensualmente, como uma dançarina de dança do ventre.

Célia abriu a própria buceta com uma mão e esfregava o grelo com outra, mas diferente da amiga os movimentos dela eram apressados, os dedos urgentes, mais rápidos que uma fofoqueira digitando em seu celular. Ela empinava o corpo, rebolando embaixo de Marta, se retorcendo, gemendo. 

– Quase... Quase... Tô quase...  – Marta saiu de dentro da amiga e começou chupar o grelo junto com os dedos de Célia.  – Ããããããã agoooooora. 

E num movimento ensaiado Marta segurou os peitões perto da buceta da amiga. O squirt foi tão forte que melou a pele macia dela, parte do líquido ficou parada ali, como uma piscininha de tesão. A professora Maria dos Prazeres levantou e bateu palmas para as alunas: 

– Parabéns. Nunca vi desempenho igual.

– Querem provar, professoras? – Marta segurava os peitos melados e se aproximou da banca. As professoras se levantaram lambendo, provando o sabor do squirt de Célia diretamente dos peitos de Marta, as línguas se tocando na pele melada da aluna, sugando o bico dos peitos dela, matando a sede naquele poço de paixão.

– Que delícia. – Ana Konda elogiou.

– Gostou, professora? – Célia perguntou ficando de pé ao lado de Marta, as duas alunas aguardando a opinião da professora. 

– Muito. É notável que tiveram uma professora muito boa. E agora gostaríamos de ver Marta tendo o squirt. – Ana ajeitou seus papéis, lambendo os lábios. – Quando estiverem prontas.

Célia deitou na cama e abriu as pernas, chamando a colega. Marta se aproximou, chupando os peitos e a bucetinha melada da amiga que gemia e mantinha os olhos fechados.

– Ããããããñnnnnnn – Ela gemia enquanto Marta se posicionava chupando o grelo – Você é tão safada.  – Ela rebolava na cama.

Célia e Marta se esforçavam, tentando por em prática tudo que a exigente professora do prazer tinha ensinado para elas. Uma vida de prática não era garantia de satisfazer os parâmetros das exigentes professoras da banca avaliadora. Elas precisavam surpreender. Elas gemiam com os grelos pulsando, as coxas trêmulas, os seios arrepiados de tesão.

– Hummmmm hummmmm... Vou gozar! – Ela rapidamente levantou as pernas e, contraindo a bucetinha fez o squirt vir forte! Mexendo  a bunda, apertando a xota e rebolando, esguichando como uma fonte de tesão e com a prática de anos, conseguiu atingir as professoras, hidratando elas com seu suco de xoxota. – Ahhhhhhh ahhhhhhh – ela gemia... o gozo longo e forte. 

As alunas haviam terminado e olhavam para as professoras com os olhos brilhando de expectativa. As três professoras se beijavam e lambiam o rosto uma da outra, aproveitando cada gota do squirt da aluna.

– Parabéns, com certeza vocês demonstraram como transformar uma buceta num poço de tesão. E agora podem ir que iremos nos recompor para a próxima avaliação.

Elas foram saindo, nuas e gozadas para o corredor, mas pararam na porta e se atreveram perguntar:

– E nossa nota professora?

Maria dos Prazeres e suas colegas se aproximaram uma da outra, cochicharam e olharam seus apontamentos e anotações. Paula Tejano ainda lambeu o pescoço de Ana Konda, que fez que sim com a cabeça, concordando com algo que a colega havia dito. As professoras endireitaram o corpo e Maria dos Prazeres, sorrindo, disse:

– Nota dez.

Texto por: Madame Tê

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