Conto Erótico - Gozando com a Bonecão de Olinda!

Conto Erótico - Gozando com a Bonecão de Olinda!

O avião taxiava na pista e eu sentia meu coração acelerar... De volta a Recife e logo mais em Olinda, para Zefa. Não era um namoro, não era um romance, mas era um lance gostoso que começou no carnaval e agora que eu vinha pro festival em comemoração ao dia nacional do frevo, a gente tinha marcado de se ver novamente.

É... começou no carnaval, e foi na rua 13 de maio.

Eu amo o carnaval e sou grata a oportunidade de conhecer vários carnavais e esse ano, eis-me aqui em Olinda. Fui com alguns amigos e alugamos uma casa em Quatro Cantos, na Ladeira da Misericórdia. 

A cidade era linda demais, eu me joguei na folia e acho que junto, joguei a minha dignidade. Ou talvez tenha deixado no Espirito Santo e nem tenha colocado na mala, mas a culpa não é minha, é do Pau do Índio a bebida oficial do carnaval de Olinda. O Pau do índio entre, a dignidade sai.

Mas isso foi ontem! Hoje vou me perder menos no Pau do Índio e mais nas meninas da rua 13 de maio. Cada mulher linda que só de olhar eu ficava emocionada e chorava, não disse por onde. E se ontem o dia foi de porre, hoje seria dia de amor.

A rua era pertinho onde estávamos hospedados, o movimento era intenso, muita gente linda, muita gente feliz. Eu dançava próxima dos amigos, Diogo abriu os braços para mim e me rodopiou, eu sorria feliz, empolgada com nosso dia. 

E não é que meus amigos começaram a se dar bem? Bethânia já tinha sumido, Paulo estava aos beijos com um cara lindo, apenas eu e Diogo permanecemos ali e antes que eu pudesse por esse pensamento em palavras, Diogo me deu um sinal que “ia alí”.  

Permaneci ali sozinha e paquerava abertamente uma gata que estava a minha esquerda, ela sorria para mim e eu já fui para o lado dela, mas antes de chegar, um homem a pegou pela cintura e a beijou. Dei meia volta e já mudei o foco para uma outra que tinha umas coxas lindas. Cheguei nela e nos beijamos, o beijo tinha gosto de cerveja. Ela passou a mão nos meus seios e apertou, como eu estava sem sutiã, senti o toque com intensidade. Delícia. Peguei na bunda dela e a puxei para mim, o beijo se intensificou e eu já me animei, mas ela interrompeu o beijo com alguns selinhos e saiu fora. 

Paulo me viu e veio até mim querendo saber se eu já tinha beijado. E feliz da vida ele me diz que não só já tinha beijado como também já tinha chupado o primeiro pau do dia.

– Só um beijinho mesmo, a mulher pulou fora. – Contei a ele.

– Vixe mulher, você tem uma boca ou uma caçamba? Tu é tão mal de beijo assim? – Ele implicou comigo cutucando minha barriga.

– Vai ver sou. – Concordei brincalhona.

– Se quiser me beijar, eu te ensino minha técnica. – Paulo me provocou.

– Sai fora com esse bafo de rola, quero beijar você nada. Quero beijar uma mulher bem gostosa.

– Que tipo de gostosa?

– Como aquela ali, ó. – Falei apontando para uma lindeza de blusinha curta, short cheio de fitinhas coloridas e um chapeuzinho na cabeça que ia passando perto de nós. Um espetáculo de mulher.

– MINHA AMIGA QUER TE BEIJAR! – O sonso do Paulo gritou, atraindo alguns olhares para nós, mas não o da gata. – Bom, eu tentei. – Ele disse dando de ombros, me entregando o copo dele e saindo. Bebi o que quer que estivesse no copo, era forte e estava quente, credo. Joguei fora.

– Que amigo heim, não te arrumou a gata e te deu bebida quente. – Uma voz feminina disse ao meu lado, era a primeira moça que eu tinha reparado a chegar, a que estava beijando um cara. E era meu número: gostosa, sorridente e tatuada.

– Pois você veja o que sou obrigada a aturar. 

– E não vejo? Você não é daqui... É de onde?  - Ela perguntou, e reparei que ela tinha uns olhos lindos.

– Sou do Espírito Santo. E você é de onde? 

– Recife. Vim hoje com uns amigos, mas volto no fim da noite para lá. Vim mesmo pelo Pau do Índio, que sem Pau do Índio, não tem carnaval.

– Conheci ontem e misericórdia, primeira vez que um pau acaba comigo. 

A moça riu com vontade e eu fiquei encantada com a maneira dela rir, era como se todo o corpo dela risse junto, não sei explicar. Uma sensação de alegria poder contemplar aquele riso.

– Eu já não posso dizer o mesmo. Me chamo Josefa, mas os amigos me chamam de Zefa.  – Ela disse me estendendo a mão.

– Sou a Giovana. 

– Reparei em você logo que entrou. Esse seu jeito de olhar...

– E que jeito é? – Perguntei fazendo tipo e querendo ouvir ela falar. Como falava gostoso!

– Jeito de menina arteira.

– Quando te vi bem que quis fazer arte. – Falei  atrevida. - Mas você estava com outro.

– Mas agora estou sozinha. – Zefa falou e eu me aproximei entendendo a dica. 

O beijo foi perfeito. Intenso, úmido e sensual. As línguas se tocando naquela dança que só se faz com seu par. Nos abraçamos, os corpos começando e acabando um no outro, buscando um encaixe para nos aproximarmos mais.

– Caralho. – Falei me afastando por um momento para respirar.

– Gosto! - Ela falou buscando novamente meus lábios.

Desejei estarmos mais à vontade, num lugar mais reservado e como se fosse capaz de ler meus pensamentos, Zefa convidou:

– Vamos para outro lugar... – Nem disse nada. Cessei os beijos com selinhos e lá vamos nós descer a rua da Bica para arrumar nosso cantinho longe de olhares curiosos.

Não demoramos achar um canto discreto o suficiente. Nos encostamos por ali mesmo e começamos uma nova sessão de beijos ardentes. Cada beijo era longo, quente e único, terminavam de diferentes maneiras: com mordida nos lábios, com chupada na língua, com nossas línguas conhecendo o contorno dos lábios uma da outra.  Zefa tocava meu corpo com mãos ágeis e suaves, brincando com minhas costelas, passando os dedos na costura do meu cropped. 

Nós ofegávamos, eu segurava a bunda dela, puxando-a de encontro a mim, nossas xotas se tocando por cima do tecido dos shorts e nos querendo muito mais. Abri o short dela e coloquei a mão por dentro do tecido e encontrei uma xota úmida e morna, desejosa de ser tocada, o que eu fiz cheia de tesão. Zefa rebolava nos meus dedos, chupando meus peitos, como se fossem frutas maduras. Ela me chupava de um jeito bom, a boca aberta, os lábios pressionando e sugando. Zefa prendeu meu mamilo entre os dentes e mordeu, a ponta da língua esfregando enquanto os lábios pressionavam a pele em volta. Eu gemi, meus dedos circulando o grelo durinho dela. Eu sentia os espasmos das coxas dela na minha mão. Zefa abriu meu short e colocou a mão na minha xota. 

– Você tá tão molhada... – Ela disse tirando os dedos e colocando entre nossos lábios. Nos beijamos novamente, minha excitação temperando nosso beijo. Ela voltou a me tocar e eu massageava o grelo dela bem gostoso. Zefa segurava meu rosto, os beijos interrompidos para olhar em meus olhos. Nos encarávamos ali naquele cantinho completamente esquecidas dos foliões que eventualmente poderiam passar por ali, e segurando meu rosto e rebolando em minhas mãos, senti Zefa gozar, o corpo relaxando em minhas mãos.

– Gostosa. – Zefa falou enquanto me puxava ainda mais perto para morder meu pescoço e por as mãos novamente por dentro do meu shorts. Senti que ela fazia um movimento para baixar o cós, Zefa baixou meu shorts e minha calcinha, se agachou na minha frente e beijou a testa da minha xota para depois enfiar a língua em mim e então, pude sentir ela chupando meu grelo. Impossível resistir ao gemido que soltei e poderia ser ouvido ali. Abri bem minhas pernas para facilitar o acesso, mesmo com o corpo trêmulo de desejo.

A coisa toda era muito deliciosa, a situação, a possível exposição, a maneira como aquela mulher sabia chupar uma xota. Sentia meu corpo vibrar. Uma quentura nas coxas que subia em direção ao ventre e parecia se acomodar ali, deliciosa. Rebolava meu quadril de encontro ao rosto dela, indo e vindo, a nuca dela presa na minha mão. Eu de repente, tive quase que um piripaque de tanto tesão, me senti a própria boneca de Olinda, com os olhos arregalados e de boca aberta, que ao mexer os ombros, os braços se balançavam junto, eu estava paralisada de tanto tesão, torcia para que ela não visse a cena, e continuasse a chupada de milhões.E quando achei que não ia mais aguentar senti meu corpo se entregar a um orgasmo forte, longo e intenso . Por alguns segundos fiquei completamente entregue aquela sensação, como se não existisse mais nada. Só meu corpo tentando se reencontrar depois de explodir em mil pedaços.

Quando consegui reencontrar minha voz, só consegui dizer “Meu deus”, o controle sob o meu corpo havia voltado. Zefa riu e nos beijamos novamente. Senti o gosto do meu gozo na língua dela, gosto de desejo e de cumplicidade. Ainda nos beijamos mais um pouco, ajeitando as roupas, arrumando os cabelos e acabamos voltando para a muvuca da Rua13 de maio. 

De repente não sabia como agir, foi uma senhora gozada. Será que eu ia ficar de casalzinho no carnaval? Mas antes que eu pudesse dar vazão a qualquer das minhas dúvidas, Zefa resolveu toda a situação.

– Meus amigos devem estar me procurando. A gente volta ainda hoje para Recife.

– Meus amigos devem estar me procurando também. – Falei.

– Anota meu número aí.

Anotei o número e me deu uma vontade mesmo de uma outra hora vê-la novamente. Nos despedimos e ela sumiu no meio da multidão.

Quando voltei a encontrar meu amigo, ao me ver ele se pôs duro, com olhos arregalados e boca aberta, com uma cara extremamente engraçada, pela expressão dele eu já entendi, de alguma maneira ele presenciou  minha câimbra corporal pré orgasmo. Até hoje ele ri disso, e desde então ele fala que a Zefa estava Gozando com o bonecão de Olinda.

Texto por: Madame Tê

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