conto erótico ilha democrática do prazer

Conto Erótico - Ilha Democratica do Prazer

Cansadas de ouvir a palestra chatíssima no auditório, Dione e Rosália decidem sair para explorar o terreno do resort onde estavam hospedadas. Era um lugar lindo, paradisíaco: praia à esquerda, uma areia clara e um céu azul e a direita muitas árvores, quase uma floresta intocada pelo homem, não fosse o resort gigantesco no meio desse paraíso.

– Quantas árvores né? Tão verde! Nossa... Se não fosse isso acho que caberia um outro resort aqui. Você não acha, Rosália?

– Não sei. – Rosália falou enquanto elas caminhavam pela faixa de areia e ouviam o barulho das ondas. – Resorts são muito grandes. Talvez um hotel menor ou melhor ainda, um motel. Não acha que as pessoas iriam gostar de trepar com esse cenário paradisíaco ao fundo?

– Acho que sim. Eu adoraria. – Dione falou e se sentou na areia, a água morna tocando seus pés de maneira sensual. Dione se deitou e fechou os olhos. – Estamos distantes do resort. Ouve o silêncio? É como se estivéssemos numa ilha deserta.

– Se eu pudesse escolher alguém para me fazer companhia numa ilha deserta, com certeza escolheria você, Dione. – Rosália disse se sentando ao lado da amiga e depois se deitando também, as mãos atrás da cabeça. Dione virou de lado e sorriu para Rosalia:

– Ownnn que fofo. Eu adoraria estar numa ilha deserta com você também. – Disse passando as mãos pela barriga da amiga, o dedo tocando a parte interna do braço com delicadeza.

Rosália estava de olhos fechados e sorriu. Quando os abriu viu Dione olhando para ela, Rosália levantou a cabeça e beijou a amiga. Dione recebeu o beijo, aproximando seu corpo ainda mais de Rosália, que puxava a amiga para si, sedenta de sentir o corpo de Dione cobrir o seu.

Dione intensificou o beijo e se deitou sobre Rosália. As pernas das duas enroscadas, as mãos explorando o corpo uma da outra, elas gemiam entre os beijos, suspirando com desejo. Rosália tentava tirar a camisa de Dione que, percebendo, sentou e fez ela própria o trabalho. O sutiã de renda vermelha era delicado e Rosália apalpou os seios da amiga por cima do tecido.

– Nunca imaginaria que estivesse usando vermelho por baixo daquela camisa.

– Adoro vermelho... – Dione falou beijando novamente Rosália.

– E fica muito bem em você. -  Rosália expôs os seios de Dione, chupando-os como se tivesse fome. – Como esperei por isso...

-Esperou? Eu não imaginava. – Dione disse enquanto puxava a calça de Rosália que rebolava para facilitar o movimento. Juntas se despiram e logo estavam nuas na areia morna. Dione se deitou e Rosália passou as mãos pelas coxas firmes da amiga, o movimento acabou espalhando um pouco de areia nelas.

– Quero provar você inteira e não vai ser um pouquinho de areia que vai atrapalhar. – Rosália falou enquanto abria as pernas de Dione e passava o dedo suavemente pelo grelo dela, fazendo-a gemer. – Você é gostosa de todo jeito, imagina a milanesa... – Rosália falou antes de mergulhar o rosto entre as pernas de Dione.

Ela lambia a amiga com desejo, a língua percorrendo a xota sem pressa, como se elas tivessem todo tempo do mundo. Ela chupava o grelo de Dione, sentindo sua textura macia e molhada.

– Ãnnnnnn... que delícia... assim... – Dione gemia rebolando na cara de Rosália. – Gostosa demais.

Rosália mudou de posição, encostando o grelo na xota da amiga. Elas rebolavam uma na outra, os corpos suados e cheios de tesão.

– Dione... você é tão gostosa. Rebola para mim, cavala.  - Dione rebolava embaixo de Rosália, que montava a amiga com a concentração de uma amazona experiente, rebolando o quadril, se apoiando nas pernas arqueadas de Dione.

– Porra... Vira essa buceta para cá, quero sentir seu gosto.  – Dione falou.

Rosália mudou de posição, oferecendo a xota para Dione e se debruçando na buceta da amiga. Elas conseguiram se posicionar na areia para um 69 delicioso. Dione chupava o grelo de Rosália que rebolava gemendo como uma pantera no cio.

– Ahhhhh.... ãããããã.... Como você é ousada! – Rosália abria as pernas o máximo que conseguia, aumentando a área de contato de Dione. Rosália não resistiu e virou de frente para Dione, que aproveitou para chupar com mais vontade. – Isso! Por-ra!!! Assim... Nossa! Você sabe como aproveitar uma posição... Delícia.

– Você com a xota de frente para mim? Toda aberta desse jeito... Não posso deixar passar a oportunidade de aproveitar essa frente... – Dione disse voltando a chupada, os lábios na xota de Rosália, como um beijo de língua entre duas amantes.

Rosália apoiava as mãos na areia e quicava no rosto de Dione que deixava a boca aberta e a língua para fora, aproveitando cada sentada.

– Ãnnnnn.... Ah! Que delícia! Vou gozar... Vou gozar... – Rosália dizia aumentando o ritimo da sentada.

– Goza... Goza para mim.

Dione falou sem parar de chupar Rosália que quando gozou, foi de maneira farta, fazendo com que sua xota se transformasse num oasis transbordante no meio da areia da praia.  Dione se fartou entre as pernas de Rosália, chupando a amiga demoradamente, até não sobrar nada.

Rosália gemia e rebolava, deixando que Dione a chupasse. Era visível o tesão entre as duas e mais uma vez Rosália montou a amiga, as xotas encaixadas, os grelos se roçando e elas gemendo.

Elas ficavam lindas juntas, a sintonia perfeita. Ninguém imaginaria vendo-as fora dali, daquele momento único e especial, mas se alguém pudesse vê-las agora teria certeza que se tratava de um casal destinado a ficar junto.

– Ahhhh assim! Assim! Tô gozando... Tô gozando... – Dione disse segurando o quadril de Rosália e se esfregando nela com vontade. – Ah! Ah! Não para... Não para. Vamos pro segundo... Ah ah

– Acho que não consigo gozar duas vezes. – Rosália disse se deitando na areia. Mas Dione ficou de frente pra Rosália e olhou para ela com determinação, passando a língua pelos lábios, disse:

– Você consegue sim! Vou te ajudar no segundo. Vou te ajudar chegar lá.

Dione nunca deixaria uma coisa tão importante sem um final adequado, Dione se posicionou e partiu para o segundo gozo. Chupava o grelo de Rosália, lambendo toda a buceta dela.  A língua se enfiando em cada pedaço do corpo da amiga numa invasão deliciosa.  Rosália gemia e Dione trabalhava com vontade mostrando uma determinação feroz em fazer Rosália chegar lá.

– Isso! Assim... Dione! Dione... – Rosália gemia, o corpo trêmulo diante da invasão sensual que Dione proporcionava.  – Porra, porra... Não acredito... Vou gozar! Vou gozar! Ãnnnnnnnnn

Dione beijou os lábios de Rosália, longamente. Um beijo com gosto de gozo e o gozo de Rosália era uma vitória para Dione.

– Nunca tinha conseguido gozar duas vezes Dione.

– Pois pode contar comigo sempre que quiser para o segundo gozo, Rosália.

Rosália estava deitada com a cabeça perto dos seios de Dione e brincava com os mamilos. Dione abraçava Rosália, chupando seus seios:

 – Partiu terceira vez?

– Terceira vez? Gulosa...

– Sou e a terceira no momento é viável. Vem gostosa... – Dione beijava Rosália com desejo. – Vem que o segundo gozo foi pouco. Quero a terceira vez.

Rosália abriu as pernas sorrindo e Dione não perdeu tempo em se posicionar. Nem havia descansado, e recomeçou.

Texto por: Madame Tê

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