Conto Erótico Transensual, duas mulheres prestes a se beijar cobertas pela bandeira trans.

Conto Erótico - Transensual

Conheci a Cláudia no busão que a gente pega todo santo dia para o trabalho. Ela era bem mais expansiva que eu e me vendo sempre na minha, acabou dando jeito de puxar assunto e se aproximar, foi nessa que a gente foi percebendo que temos muita coisa em comum. Uma era curtir mulher, outra era o amor por gatíneos e foi devido uma cria que a Nazaré teve que eu convidei ela para ir na minha casa pela primeira vez.

— Se você gostar dos filhotes, pode ficar com um! — Eu disse.

— Claro que eu quero um. Será meu terceiro, mas gato é tipo esquema de pirâmide né? A gente começa com um, pega outro pra fazer companhia pro primeiro, onde tem dois cabem três e de repente a gente se torna a vizinha que tem um monte de gato.

— Bem desse jeito.

A gente desceu juntas e eu não vou mentir não, queria aproveitar a oportunidade para dar uns beijos nela então já tinha deixado um vinho na geladeira para oferecer e encompridar a conversa. Deu certo. Visto os filhotes, nos sentamos no sofá na sala e Cláudia aceitou o vinho. Lá pela metade da garrafa, criei coragem para dizer:

— Sabe, fazia tempo que queria te chamar para fazer alguma coisa.

— E porque não chamou?

— Medo de levar um fora, você é tão linda que fico toda besta perto de você.

— Linda é você, Dominique.

— Você acha mesmo? — Perguntei olhando para ela, aqueles olhos que eu poderia passar horas olhando dentro até me perder. Ou me achar, sei lá.

— Achar eu não acho não, tenho certeza. - Eu sorri do gracejo.

— Eu sou muito insegura, sabe? Por exemplo, meu cabelo, queria que fosse diferente.

— Adoro seu cabelo. - Cláudia falou baixinho, passando a mão nas pontas que estavam na altura do queixo.

— Você é muito gentil, Cláudia.

— Não é exatamente gentileza. Eu tô de dando mole e resolvi falar logo porque o não eu já tenho né.

— Você tá me dando mole?

— E faz tempo. — Ela se inclinou para  mim, me beijou e eu senti a língua dela na minha. Foi como levar um choque. Nossa… Eu tava muito na dela e já puxei ela para cima de mim. Passei as mãos pelos braços dela, pelas costas, mas quando senti ela pegando meu peito, fiquei tensa.

— Fui invasiva? Achei que você tava a fim… — Cláudia falou confusa por um momento.

— Eu tô, mas é que sei lá. Depois que comecei o processo de transição você é a primeira mulher que eu fico.

— Como isso pode ser verdade sendo você essa deusa? A mulherada deve cair matando.

— Boba.

Ri alto, ficando a vontade e aproveitei para puxar ela para os meus braços e dessa vez quando ela passou a mão nos meus peitinhos, eu deixei. Eu tirei minha blusa e deixei de lado, Cláudia estava deitada e eu sentei nela, me encaixando e rebolando. Tirei o sutiã dela e chupei os peitos, segurando um em cada mão, lambendo e mordendo.

Senti meu pau dando sinal de vida e tava doida para ver a Cláudia pelada. Ela puxou  minha calça e viu o volume do pau na calcinha. Ela ficou olhando e, por um instante, não soube o que fazer, mas ela beijou minha barriga, passando a mão pelo meu corpo e disse:

— Você é gostosa pra caralho, Dominique. Deixa eu te amar, porra.

Fechei os olhos e ela tirou minha calcinha, deixando meu pau livre para o seu toque. Voltei a beijá-la e ela foi descendo pelo meu pescoço, lambendo meu peito, mordendo as costelas… Eu gemia e quando ela me pegou pelo pau, gemi alto:

— Ãããnnn… Isso, Cláudia. — Eu batia punheta, observando ela de olhos fechados, a mão no meu rosto, acariciando. Fiquei de pé no chão e tirei o resto da minha roupa. Cláudia admirava meu corpo em silêncio, a mão no meu pau, indo e vindo.

Eu me posicionei sobre ela para um 69 enquanto sentia ela lamber meu pau, massageando as bolas.  Cláudia rebolava na minha cara, a xota se esfregando na minha língua, dando e recebendo prazer juntas. Ela tateou minha bunda, sentindo com o dedo, procurando e encontrando a próstata.

— Caralho. — Falei quando senti ela dentro de mim.

Eu chupava a xota dela pressionando o grelo e ela curtia tanto o momento que até perdia o ritmo da mamada. Senti ela parando de chupar, se concentrando, cada vez mais rápido e a ouvi dizer:

— Tô gozando Dominique, não para… Não paaaaraaaaa. — E levei a sério.

Ela punhetava meu pau loucamente, os olhos fechados entregue totalmente a sensação e rebolava na minha cara gemendo e suspirando.

— Poooorrrrraaaa…. Dominique, que tesão mulher.

— Gozou gostoso, foi? Então, senta lá Cláudia. — Falei apontando pro meu pau enquanto me sentava no sofá.

Quem dispensa é quartel minha gente, e ela tava doidinha pra sentar em mim e sentou, meu pau entrando fundo, pressionando o ponto g de um jeito que era como se meu pau fizesse uma curva. Ô mulher gostosa… Bucetinha melada, me recebendo dentro dela como um presente. Eu sentia a maciez do corpo dela e o tesão estava a mil.

— Rebola na pica da sua mulher, safada, rebola. — Falei dando um tapa na bunda dela. A timidez inicial totalmente esquecida.

E ela rebolou, Rebolou tanto e tão gostoso, que pra uma dançarina do tchan, só faltava o compadre Washington falando “ordináááária”.

— Safada… Tô quase… Não para… — Eu falei e Cláudia aumentou o rebolado para a velocidade cinco, só no créu créu créu.

E se ela achava que não ia gozar de novo, tava mais enganada que eleitor de direita, senti ela novamente ficando tensa nos meus braços, os gemidos ficando mais próximos um do outro e jogando a cabeça para trás, ouvi ela dizer.

— Gozei de novo! Dominique! Gozei.

— Quase… quase… — Avisei me tremendo toda e puxando ela para mim Ela empinou a bunda, facilitando o acesso e eu gozei, a porra jorrando dentro da xota dela em ondas. Um gozo farto e delicioso.

Ela se deitou ao meu lado e eu tentei abraçá-la, mas ela nem se mexeu.

— Que foi? — Perguntei.

— Acho que eu morri de tanto gozar. Não consigo me mexer.

— Exagerada. — Falei puxando ela de novo e beijando aquela boca gostosa, aqueles lábios macios, com gentileza.

— Dá pra mim de novo desse jeito que os vizinhos vão aprender seu nome.

E posso falar, de manhã quando ela saiu, lá de longe eu ouvi um "tchau Cláudia!” de algum vizinho. Minha cara queimou de vergonha, masssss eu aguentei feliz e satisfeita e doida pra repetir a dose.

Texto por: Madame Tê

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1 comentário


  • jxliana

    De TODOS contos que já li aqui, esse foi o que mais deu tesao de ler.
    PRECISO de mais contos assim.


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